Meses, semanas, dias, horas… estamos quase lá!
Ah, esse quase, que faz toda a diferença. É que, de repente, qualquer dia pode ser “o dia” e qualquer hora, “a hora”. E então as frases: “tá com o telefone por perto?”,”qualquer coisa, avisa, tá?”, “tem certeza que tá tudo bem?”,”não exagera!” se tornam mais constantes, mais insistentes. Ao mesmo tempo, as certezas e incertezas, perguntas e respostas, vêm e vão numa velocidade incrível!
Mas afinal, a vida é assim, cheia de quases, é o dia que está quase terminando, alguém que está quase chegando, o ônibus que está quase passando. E são nesses quases que aprendemos a “não andar ansiosos quanto ao que havemos de comer e vestir” (Mateus 6:25-34), afinal, nossas ansiedades não vão acrescentar nenhum minuto a mais nas 24 horas que temos para viver por dia.
Nosso bebê está quase chegando. E o que podemos fazer é esperar e esperar, aproveitando cada momento, afinal, esse é “o momento” de Deus para nós.
Há uma semana, o médico que fez o ultrasom disse para o Adriano: “- Os dois estão bem”. Pude sentir a tensão nas palavras do Adriano: “- Que dois?”, que foram seguidos da resposta e uma risada: “- A mãe e o bebê!”. Pois é, estamos bem, só falta aquela ordem “do alto”: esse é “o dia” e essa é “a hora” afinal, estamos quase lá…
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Eita que eu tô ansioso!!!!