Malas, viagens, mudanças
Viagens e mudanças são sempre cheias de imprevistos. Tudo que você pensa que pode colocar numa mala ou caixa, de repente, não cabe. E sua bagagem de mão fica alguns quilos mais pesada, mais sem jeito de carregar nos corredores e escadarias das diversas conexões, nas paradas do ônibus, onde você precisa descer com tudo na mão prá não correr o risco de ficar sem. Aquelas últimas coisinhas, o sabonete, a escova de dente, o chinelo, que acabam ficando para trás na hora de sair ou não cabendo no lugar que você planejou. A expectativa do excesso de bagagem na hora do check in, o bagageiro de cima do ônibus que é muito pequeno e a mochila acaba indo embaixo da cadeira ocupando o precioso lugar onde você poderia esticar suas pernas enquanto tenta tirar um cochilo entre um sacolejo e outro, o carro super lotado, bagagens prá todo lado e ainda falta um espacinho para a caixa térmica com os lanches prá economizar nas paradas.
E lá vai Maria arrumando tudo, o bebê está para nascer, leva isso, não leva aquilo… pais de primeira viagem, e a colchinha do bebê não cabe na mala, mas a gente dá um jeito. Essa viagem inesperada no fim da gravidez, nem vai dar prá arrumar o quartinho dele.
Acomodados então, começa uma viagem daquelas com outros tantos imprevistos que acabam se tornando motivo de muito riso depois. As últimas horas repletas de expectativas e cansaço, parecem durar uma eternidade.
José já colocou as malas no bagageiro e ajeitou tudo para que sua mulher viaje confortável. Lá vai Maria, barriga pesada, anda um pouquinho, descansa um pouquinho, vai no banheiro, faz um lanchinho. E Belém parece que nunca chega.
Finalmente as luzes da cidade, a chegada, alguém esperando na rodoviária, a mala que não aparece na esteira, o endereço difícil de achar… ufa! Um banho para relaxar, comida quentinha, amigos, aconchego… a casa está meio suja, a mala não chegou, o atraso foi daqueles… mas o alívio da chegada já trás a sensação de uma etapa vencida.
De longe conseguem ver as luzes de Belém. Lá está a cidade, cheia de gente, todos chegando, procurando lugar prá dormir. Ninguém esperando pelo casal, nem cama quentinha, nem banho prá relaxar, e prá completar “chegou o tempo de nascer o bebê, e ela deu à luz o seu primogênito. Envolveu-o em panos e o colocou numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na hospedaria” (Lucas 2.6,7).
Com o tempo a gente se acostuma. Faz mala, arruma, encaixa tudo, carrega, desfaz, ajeita tudo de novo, mas é impossível mudar o significado da palavra imprevisto. E destes a gente não se livra, mesmo organizando tudo com antecedência. Há uns meses atrás a tão conhecida história do nascimento de Jesus me veio a mente enquanto eu terminava de arrumar o quarto para onde nos mudamos. E quando olhei para nossa cama, o berço do Heitor e seu cantinho de brinquedos, fiquei a imaginar o coração de Maria e de José naquela noite. É claro que eles queriam o melhor para seu primeiro filhinho, ainda mais sabendo quem ele era. Mesmo diante de todos os imprevistos, arrumaram uma “caminha”, a melhor que puderam encontrar, e com carinho colocaram ali seu bebê.
Mas não existem imprevistos para Deus. Ele já tinha planejado aquilo tudo com antecedência, fazia parte do seu maravilhoso plano para nos resgatar. José e Maria estavam ali, dispostos a fazer parte deste plano também, prontos a enfrentar qualquer coisa para servi-lo. Prontos para fazer com que uma manjedoura se transformasse num lugar de revelação do amor de Deus ao mundo. Foi ali que os pastores viram, ouviram e saíram glorificando a Deus (Lucas 2.20).
Quando terminei de arrumar tudo, olhei mais uma vez ao meu redor e meu coração encheu de alegria. O plano maravilhoso de Deus continua em ação. Há muitos que ainda não ouviram, nem viram. Eu não quero perder a oportunidade de trabalhar com Ele, quero fazer da minha “manjedoura” um lugar de revelação do Seu amor. Existe privilégio maior do que trabalhar com o Criador do Universo?









Rapaz! Respondendo à tua pergunta, posso te dizê que, graças a Ele, num tem não! E besta é quem ainda não entendeu isso1 Pense, num caba bom pra daná é esse tal de Jesus Cristo!! Má rapaz, tô pra ver coisa melhor do que trabalhar pra Ele!! Eita beleza!! Ó paí, ó! A novidade vem, a boa notícia chega e ninguém tem coragem de ficar guardando aquela maravilha! Então, compartilham-se entre si, alegram-se e se cumprimentam com cânticos de júbilo!
Essa novidade pode ter vários nomes: CARTEIRA ASSINADA, BUFUNFA NA CAIXA, BOA FAMA NA PRAÇA, mas também, poder a Chiquinha, a Franscica, a Maria, a Antônia, a Maríe-Helène, e até mesmo a nossa querida Laura!
Essa nossa novidade chega que nem presente surpresa!!! Demora e dá um trabalho danado pra fazer e encomendar, mas, quando vem pras mãos da gente, dá uma alegria de lascar!
Hômi Estevam, que o Senhor da Criação te draga nova unção, recalcada, sobremedida e transbordante, seja ao estilo da AD Xebereketéia cearense, seja ao gosto suave e macio do chocolate Lausaneense!!
Querido, saudades, viu?!
Continue assim, co-criando, dando novas G.Ê.N.E.S.I.S. aos que não conseguem se enxergar como co-autores da história do Seu Reino!!!
Abração aí, Verissimiano!! Bjo na Carmem e cafuné no Heitorzim!!
Com Deus! Ou, como você também conhece, Té mais, má!
Saulim da Dani e Daddy da Laura.
Homem grato a Jesus por conhecer os Estevam.
Leave your response!