Ana continua viva
23 abril 2009
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Hoje eu vi uma mulher árabe chorando diante de um altar cristão. Seus trajes negros denunciaram sua fé: Não era cristã. Ainda assim, chorava dentro de uma igreja cristã ortodoxa, clamando a um Deus que não conhece que atendesse sua oração.
Não sei se chorava por um filho, por um marido ou por um irmão. Não sei se chorava por uma causa perdida, complicada ou simples. Apenas sei que chorava.
Enquanto ela chorava, chorei pela cristandade que não chora mais pelas causas certas. Que tem prazer em espezinhar o túmulo da fé alheia. Que perdeu a esperança de esperar pelo inesperado.









É triste – mas pensar que temos perdido o ardor missionário, a compaixão pelas almas, o compromisso diante de e para Deus. Que retornemos e retomemos o primeiro amor – sincero, simples, vital e muito poderoso.
Choremos juntos.
Oi, Adriano,
acabei de chegar do culto dominical da minha igreja, encerramento de Congresso de Missões que teve a participação do Ariovaldo Ramos e do Pr. Claudio Machado (missão Kairós). Hoje quem pregou foi o Pr. Claudio Machado, que evangeliza muçulmanos.
Sai meio tonta, me sentindo perdida e totalmente encontrada. Agora eu leio esse seu post; que amor Deus tem por cada um de nós. Oro para que essa Ana tenha um encontro com esse Deus desconhecido. E, como dizia uma querida que precisa voltar para o pasto: desconhecido íntimo.
Faço coro também com sua oração, e para que eu possa ser mais uma testemunha de Cristo, que me amou até o fim.
Abraços, Priscilla.
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