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	<title>Jocumeiros &#187; Teologia Digital</title>
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		<title>Mamom quer mamar</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 18:51:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogosfera Cristã]]></category>
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		<description><![CDATA[Vejo, muita gente falando de Mamom, como o deus pagão do dinheiro sujo. Não tenho certeza, entretanto, se os interlocutores sabem do que estão falando. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Perdoem-me pela <em>canastrisse</em> infame logo no título, porém não considero-me arrependido. Minha obsessão patológica por jogos de palavras é notória. Se isto lhe incomoda, recomendo desistir da leitura por aqui mesmo. Pra escrever sobre este tema<em> trocafaltam não me dilhos</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Já vi, e ainda vejo, muita gente falando de <em>Mamom</em>, como o deus pagão do dinheiro sujo. Não tenho certeza, entretanto, se os interlocutores sabem do que estão falando. Acho, (repito: acho) que depois do Diabo, é a alcunha campeã em referências nos discursos evangélicos. Sei que no que se refere á cristandade, este é (senão &#8220;o&#8221;) um dos assuntos prediletos da &#8220;roda dos esclarecedores&#8221;, dos críticos da infantil teologia da prosperidade.  Descrevem a mesma, como culto a Mamom, chamam certos clérigos de mercadores, mercenários, pilantras e outros cognatos.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é novidade que Mamom encontrou na sociedade moderna uma fonte inesgotável de vestais, de gente que alimenta sua fome insaciável. Mas alguém aí sabe quem (ou o que) é Mamom? Antes que alguém responda com uma piada pronta, adianto que não é uma fruta tropical, nem aquele gordinho que recebe a chave da cidade no carnaval da bahia. Também não me refiro a uma certa <a href="http://www.mamom.org/" target="_blank">entidade de nome interessante</a> na américa de cima.</p>
<p style="text-align: justify;">Aos desavisados, Mamom é um termo caldeu que aparece nos Evangelhos segundo Mateus e Lucas. Significa <em>riqueza</em>, <em>avareza</em>. Isto até onde me consta. Fora da tradição da igreja não encontra-se qualquer prova de que de fato tenha existido um ídolo com tal nome. Agostinho, Gregorio, Tomás de Aquino são alguns dos cristãos que mencionaram Mamom em seus escritos e ensinos concedendo-lhe status de divindade. Gregório chega a afirmar que <em>Mammom</em> é um outro nome para Belzebú.</p>
<p style="text-align: justify;">Claro, longe de mim achar saber mais que os amigos supra-citados. Deus pagão ou não, fato é que Jesus mesmo advertiu do perigo de tornar-se servo (<em>douleuein</em>) de mamom. De transformar as riquezas em poste ídolo. E avisa que o resultado desta equação é muito simples: como dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço é impossível servir a Deus e o dinheiro. Há de se abandonar um em detrimento do outro. Para mim este aviso basta.</p>
<p style="text-align: justify;">Acredito que o dinheiro, em todas as suas diferentes apresentações, tem a sua parcela de importância no curso da história.Você nem  precisa da <em>Bíblia do Malafaia</em>, para descobrir que no Novo Testamento 90 passagens tratam sobre o tema. Das 49 parábolas 24 mencionam dinheiro. A título de comparação, são 27 o número de versos que mencionam o Espírito Santo e 47 a vida eterna. Por que? Simples, creio eu. Jesus ensinava tratando das situações do dia-a-dia. Dinheiro fazia parte do cotidiano, e não como algo ruim. Dinheiro não é mau. O que se faz com ele todavia nem sempre é bom. E o amor a ele é descrito como <a title="I Timóteo 6:10" href="http://www.bibliaonline.com.br/acf/1tm/6/10+" target="_blank">a raiz de todos os males</a>. Eis aqui um fato inegável: Se observarmos os grandes conflitos da história, veremos que a luta por riqueza e poder são seus gatilhos, panos de fundo e objetivos finais.</p>
<p style="text-align: justify;">É curioso ler os comentários dos leitores nos grande portais de notícias, sobre os casos de corrupção em nosso país. Se nossa honestidade fosse medida pela capacidade de falar em honestidade seriamos uma nação de integridade ímpar. Os caras descem a lenha nos corruptos em qualquer jornaleco de grêmio. Pena que nas ruas não se veja tal onda de integridade. Da mesma forma a blogosfera repete o fenômeno e produz infindável conteúdo crítico a respeito dos seguidores da corrente <em>natimorta</em>. Tempos atrás <em>Edir Macedo</em> publicou em seu blog um interessante <a href="http://blog.bispomacedo.com.br/2009/04/26/desabafo/" target="_blank">desabafo</a>, onde questiona se os que o criticam na realidade apenas desejam ocupar o seu lugar. Ele argumenta que, se  é um farsante, por Deus o abençoa?  &#8211; &#8220;<em>Que Deus é este que abençoa o bandito e amaldiçoa os certinhos?</em>&#8221; &#8211; completa.<br />
Embora não concorde com a segunda parte do seu argumento, haja visto <strong>não</strong> acreditar que riqueza e poder sejam sinônimos de benção, posso concordar que a primeira parte de seu desabafo tem procedência.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao ler ou ouvir algumas destas críticas, pergunto-me se o que os leva a tais conclusões é a fome de justiça ou a fome de riqueza. Obviamente sem generalizar, parece-me que alguns atacam, criticam, apenas porque não podem, ou não conseguem fazer o mesmo. Odeiam as &#8220;instituições universais&#8221;, não pelo que eles representam, mas porque desejariam muito controlar o mesmo poder. E não tem &#8220;<em>guts</em>&#8221; para isso. Perdi a conta dos artigos descrevendo a cara-de-pau dos &#8220;crentes&#8221; da mídia que pedem dinheiro. É (P)Edir Macedo pra lá, Bispa (In)Sonia pra lá, Ap Val(DE-ME)iro prá acolá. Eles tem a cara-de-pau de, por exemplo, pedir cem mil pra cobrir o custo de um blog (jamais teria um, se o meu custasse tanto&#8230;). O crítico lê uma noticia destas, e gargalha pela abundância de munição adquirida. Não perde tempo apontando: &#8220;Viu só? É Mamom!!&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Mas se você lhe perguntar, quanto investiu do próprio bolso este ano, por exemplo, pela erradicação da exploração sexual infantil (não em paliativos apenas, mas também em ação preventiva) provavelmente silenciará. Ele pouco  sabe a respeito, pois serve a mamom tanto quanto os que ataca.</p>
<p style="text-align: justify;">A cara-de-pau que eles afirmam não ter, explica-se não pela lisura ou por real anseio pela integridade, mas sobretudo porque outra coisa que cultuam mais que mamom é a própria imagem. Morrem de vergonha de arranhar a reputação e o bom nome a vista de todos. Mas se houver oportunidade de fazê-lo as escondidas, farão. É a sindrome de Gabeira (lembra?), que derruba Severino em nome da justiça, por causa dos cheques do restaurante, mas que usa patrimônio público em seu próprio benefício na farra das passagens. Quando tudo vem a tona a defesa é a mesma: &#8220;Todos dão passagem!&#8221;. Por trás das críticas ao culto a mamom, geralmente escondem-se outros adoradores das riquezas, esperando uma oportunidade de sorverem da mesma fonte, longe dos olhos de todos.</p>
<p style="text-align: justify;">Recuso-me acreditar em pseudo-profetas que não prezam pelo mínimo de coerência entre o que dizem e o que vivem. Que produzem suas mensagens <em>proféticas</em> sobre ética detrás de cópias pirata de software, que baixam centenas de jogos, cds e dvds por ano, comprando nada ou quase nada, e acham tudo isto absolutamente normal, &#8220;<em>pois todo mundo faz</em>&#8220;. Que passam horas por semana compulsivamente alimentando a consciência na calada na noite com pornografia, e depois não sabendo porque não conseguem parar de se masturbar, afirmam &#8220;<em>ora, só pode ser normal, todo mundo faz</em>&#8220;.</p>
<p style="text-align: justify;">Os adoradores de Mamom não vivem tão somente dentro dos templos da religiosidade. Estão em todo lugar: na vida pública, nos governos, nos círculos acadêmicos e nas transações comerciais. Muito embora as riquezas sejam temporais, quem as serve continua a seu serviço mesmo quando estas se vão. Aliás alguns dos seu mais fiéis suditos jamais desfrutarão das suas beneces. Passarão vida inteira como sangue-sugas vivendo a intensidade da miséria, suspirando pela sua ilusória chegada. Quem serve a Mamom, serve quando tem muito, serve quando tem nada.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, se você aguentou chegar até aqui, não pense que eu me oponho a confrontar os adoradores das riquezas e seus disparates, ou mesmo qualquer outro tipo de pecado.  Muito pelo contrário: eles devem sim ser confrontados, porém, da <a title="Mateus 18:15" href="http://www.bibliaonline.com.br/acf/mt/18/15+" target="_blank">maneira bíblica</a> e por razões bíblicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Acredito que o culto a mamom só acaba quando Deus ocupa o seu lugar devido no coração  do homem. Não o lugar que a religião dá, mas o que Ele mesmo define  como seu: O primeiro lugar. Onde habita Deus, existe generosidade e  justiça. Sua mesa é suficiente a todos. Uma igreja que perde mais tempo   simplesmente censurando o rico do que efetivamente alcançando o homem,  seja ele rico ou pobre, precisa se questionar se está dando a Deus o seu  devido lugar.</p>
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		<title>Eu não acredito em Ética Cristã</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 19:10:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Exatamente. Não acredito. Não existe ética cristã, enquanto entrincheirada no gueto da religião. Da mesma maneira que não acredito em ética profissional, ou de negócios, bioética, ou mesmo outros substantivos semelhantes. Tais coisas não existem.
Estas departamentalizações são nada além de sinais da infantil tentativa de diluir a integridade em porções homeopáticas (como se isto fosse possível) com o intúito de aliviar a consciência. Algo assim: &#8220;já que não sou integro aqui,  tento ser ali&#8220;.
Mas por outro lado, acredito em ética enquanto éthos. E é deste aspecto que quero falar. Ética ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Exatamente. Não acredito. Não existe ética cristã, enquanto entrincheirada no gueto da religião. Da mesma maneira que não acredito em ética profissional, ou de negócios, bioética, ou mesmo outros substantivos semelhantes. Tais coisas não existem.<br />
Estas departamentalizações são nada além de sinais da infantil tentativa de diluir a integridade em porções homeopáticas (como se isto fosse possível) com o intúito de aliviar a consciência. Algo assim: <em>&#8220;já que não sou integro aqui,  tento ser ali</em>&#8220;.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas por outro lado, acredito em ética enquanto <em>éthos</em>. E é deste aspecto que quero falar. Ética é caráter, a investigação geral sobre aquilo que é bom. Se caráter, você tem ou não, porque não aconteceria o mesmo com a Ética?</p>
<p style="text-align: justify;">Mas e se <em>debulhar</em> um pouco mais? O que chamamos de caráter, consiste na expressão dos valores morais de um certo grupo. Ética e moral andam juntas, existem para definir os limites aceitáveis, que não devem ser transpostos ou violados para o bem comum.<br />
Neste ponto posso afirmar que este entendimento é absolutamente cristão. O verdadeiro amor estabelece limites.</p>
<p style="text-align: justify;">Tenho um filho de quase dois anos, que quer descobrir o mundo. Ele encontra a felicidade correndo pela extensão da cerca no jardim. Mas do lado de fora existe uma via pública, por onde passam carros e caminhões. O verdadeiro amor é como esta cerca que impede que meu filho corra para a  via pública,  não com o objetivo de sadicamente cercear-lhe a liberdade, mas para sua própria proteção.<br />
O amor incondicional de Deus por mim não subentende anarquia ou ausência de regras, muito pelo contrário: Para meu próprio benefício ele me estabelecerá limites. Claro, chega o dia em que eu escolho transpor ou não os limites do amor. Seja qual for a minha decisão, Deus continuará me amando, porém  arcarei com as conseqüências finais de minhas escolhas.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, para mim, ética é aquele tipo de coisa que não pode ser departamentalizada. Ela fará diferença alguma se não aplicada essencialmente aos fundamentos da existência. Se você não mostra-se ético,  por exemplo, entendendo quais são os seus limites diante do LCD na privacidade da vida, não o fará no desempenho da profissão, nem no exercício da fé, no uso das palavras ou na convivência social.</p>
<p>Corrijam-me se estiver errado.</p>
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		<title>Losing my Religion</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Mar 2009 20:40:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De caju em caju vejo um texto da Juliana Dacoregio do Heresia Loira, muitas vezes através de outros. Recentemente o Pava publicou um texto mais antigo dela, onde explica a razão da sua birra com o mundo evangélico. Ela discorre como descobriu o fascínio pelo ateísmo, e os motivos de  escrever a respeito disto.
Mas a brilhante loira herege nem sempre pensou desta forma. Segundo  própria narrativa,  já foi freqüentadora assídua de uma denominação neo-pentecostal, fez parte de grupo de células com numerinhos, conheceu hierarquias, conviveu com bispos e apóstolos. Foi ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">De <em>caju em caju</em> vejo um texto da <strong>Juliana Dacoregio</strong> do <a href="http://www.interney.net/blogs/heresialoira/" target="_blank">Heresia Loira</a>, muitas vezes através de outros. Recentemente o <a href="http://pavablog.blogspot.com/" target="_blank">Pava</a> publicou um <strong><a href="http://www.interney.net/blogs/heresialoira/?blog=81&amp;cat=2646&amp;posts=5&amp;page=1&amp;paged=3" target="_blank">texto</a></strong> mais antigo dela, onde explica a razão da sua birra com o mundo evangélico. Ela discorre como descobriu o fascínio pelo ateísmo, e os motivos de  escrever a respeito disto.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas a brilhante<em> loira herege</em> nem sempre pensou desta forma. Segundo  própria narrativa,  já foi freqüentadora assídua de uma denominação neo-pentecostal, fez parte de grupo de células <em>com numerinhos,</em> conheceu hierarquias, conviveu com bispos e apóstolos. Foi até cogitada pra participar do grupo de 6+6 de sua pastora (imagino que em se tratando de status, isto signifique alguma coisa), antes de resolver tomar as rédeas de sua vida e chutar com gosto o balde.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos divertidos comentários no seu  blog, descobri que embora curiosamente  conheça os novos apóstolos e bispos, não faz (ou pelo menos não fazia) idéia de quem seja John Stott. Para ela, O Caio Fábio é &#8220;<em>aquele pastor famoso que corneou a mulher</em>&#8220;. Acho que perguntar a respeito de  Schaeffer,  Livingstone, Whitefield e Sadu Sundar Sing seria perda de tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Não me admira o fato de alguém que conheceu o que há de pior nos bastidores do <em>evangelicalismo institucional brasileiro</em> acabe fascinada pela idéia de que no fim de tudo Deus não existe. Tal desilusão parece-me até uma conclusão plausível, dadas as circunstâncias. Ora, uma desilusão só pode  existir se precedida por uma ilusão. E ninguém, nem mesmo os brilhantes e perspicazes estão imunes à isto.</p>
<p style="text-align: justify;">Religião é ilusão. É estrada que leva ao casarão das instituições humanas. E este casarão é construção imponente por fora, triste e decepcionante por dentro. Religião demanda sucesso, sacrifício, mérito, perfeição. E no fim, a ilusão da perfeição visivelmente manchada pela falibilidade humana, insiste em tentar travestir-se de inerrância. Aos que sucumbem, resta caos, vergonha e desespero.</p>
<p style="text-align: justify;">Há muito descobri que Deus não habita no mundo da religião. Ele oferece através de Jesus de Nazaré a resposta que a religião não pode dar. Descobri que a igreja não habita no casarão da cristandade.  Tentam a todo custo limitar sua existência ao <em>CNPJ</em> da instituição, mas  esta move-se como vento livre. Não precisa de CEP, teto ou alvará. A Igreja somos nós, que aguardamos a manifestação do que é inteiro, para substituir esta pobre descrição do que é em parte.<br />
Por fim, acreditando ou não, Deus ama a Juliana com o mesmo amor de sempre. Continuará amando, torcendo por seu sucesso e felicidade. Mas jamais tomara de suas mãos as rédeas da vida ou manipulará suas escolhas. Onde existe amor não pode haver controle.</p>
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		<title>Quem é seu Inimigo?</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 12:32:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que você pode fazer hoje para desarmar o aparato destruidor da morte e desesperança em nossa geração?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Durante a segunda guerra, bombardeiros ingleses realizaram muitas missões na europa. Entretanto a artilharia antiaérea do eixo, formada especialmente pelos famosos canhões de 88mm Flak de longo alcance, era um difícil obstáculo de ser transposto. Nunca fui especialista ou interessado em armas, mas aprecio história. A munição deste tipo de peça de artilharia era perfurante, composta também de uma carga explosiva com alto poder de detonação, causando a destruição do alvo quando atingido.</p>
<p style="text-align: justify;">Ouvi a história (não posso garantir se verídica ou não em todos os seus detalhes) de um piloto que participou de várias destas missões. Imagino que por certo perdeu muitos companheiros. Ele conta  que numa certa ocasião, sua aeronave foi atingida, exatamente num dos tanques de combustível, porém o artefato não explodiu. Ele conseguiu trazer a aeronave de volta a sua base na Inglaterra pousando em segurança.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de pousar, pediu ao mecânico que retirasse o projétil do tanque, pois ele gostaria de quardá-lo como souvenir. Para a surpresa do piloto, os mecânicos, acharam não apenas um, mas onze projéteis. Nenhum deles explodiu. Claro, isto intrigou mais ainda o piloto e sua equipe. Decidiram abrir os projéteis, e perceberam que todas as cápsulas estavam vazias. Não havia carga explosiva em nenhuma delas. A única coisa que encontraram dentro de uma delas foi um pequeno bilhete, escrito em tcheco que dizia &#8220;Isto é tudo o que posso fazer por vocês agora&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Não se sabe se aquele era o resultado do trabalho de um soldado solitário nas linhas inimigas, insatisfeito com a posição do seu país no conflito, ou se era o esforço de um aliado infiltrado empenhado em desarmar a munição da artilharia inimiga. O que me salta aos olhos, é que este era um desconhecido tentando fazer alguma coisa. Ele descobriu quem era o seu real inimigo. E nesta descoberta, fez o que esteve ao seu alcance, arriscando a própria vida, salvando assim muitas outras.</p>
<p>Cada um é capaz de extrair a aplicação que desejar deste pequeno relato. Mas quanto a mim, quero hoje fazer o que estiver ao alcance para desarmar este grande aparato de desesperança mundial. Quero identificar e lutar ferozmente contra meu real inimigo, e meu algoz não é igreja ou mortal algum. Meu inimigo é a morte, seus parceiros e servidores.</p>
<p>O que você pode fazer hoje para desarmar o aparato destruidor da morte e desesperança em nossa geração?</p>
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		<title>Verdades e Mentiras</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Feb 2008 15:21:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Qual é a primeira coisa que você ensina a alguém que deseja aprender a ler e escrever? ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Qual é a primeira coisa que você ensina a alguém que deseja aprender a ler e escrever? Tempos Verbais? Figuras de linguagem? advérbios? A menos que você esteja aprendendo uma língua não fonética, acredito que você  começaria pelo alfabeto. Não dá para aprender a escrever em português sem conhecer cada uma das letras.</div>
<div style="text-align: justify;">E para alguém que deseja aprender matemática? Por onde você começaria? Múltiplos divisores comuns? Raiz quadrada? Sistemas? Não. Conhecer os numerais, é fundamental para entender a matemática. Primeiro aprendemos os números, depois a contar, e depois as operações matemáticas.</div>
<div>E sobre pintura? Por onde começar? Pelo impressionismo? Também não. Aprendemos primeiro as cores, depois as cores básicas, e depois as demais técnicas e estilos.</div>
<div style="text-align: justify;">E quanto a música? Por onde começamos? Claro, pelas notas musicais e seus respectivos sons. Não dá pra tocar uma obra de Bach sem dominar esta informação.</p>
<p style="text-align: justify;">Creio que você entendeu o que quiz dizer. Eu dei exemplos de fundamentos. Eles existem para todas as esferas da sociedade. São peças de informação que definem todo o restante. Por exemplo, aprender a contar errado, fará com que toda e qualquer operação matemática construída a partir dela seja errada, muito embora você até acredite que esteja fazendo a operação de forma correta e diligente. O mesmo vale para o alfabeto, trocar o som do &#8220;r&#8221;pelo &#8220;l&#8221; fará de você um eterno &#8220;cebolinha&#8221;.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">Especialmente no que diz respeito a cultura, nossa civilização insiste em relativizar certos fundamentos. Por exemplo, você ja ouviu alguém dizer: &#8220;<em>esta é a sua verdade, não a minha.</em>&#8221; ? Por certo que sim. Acontece que a verdade não é relativa, e sim constante. Nada começa sendo verdade, e termina sendo mentira ou vice-versa. Nada é parte verdade. Verdade e Mentira são estados absolutos que não se mesclam, como água e óleo. Podem até ocupar o mesmo recipiente, porém um jamais assume as propriedades do outro.</p>
<div><strong> A grande razão dos problemas de nossas sociedades, é que mudamos os valores fundamentais verdadeiros que são responsáveis pela saúde de nossa cosmovisão, por outros falsos, que constroem uma visão atrofiada, injusta, decaída e parcial do universo.</strong></div>
<p>Estes valores falsos, são distorções dos verdadeiros, algumas vezes tão sutís que passam despercebidos aos olhos de muitos. Eles acabam sempre gerando idéias, atitudes, comportamentos e até tradições, no meio do grupo.</p></div>
<p>Deixem-me dar alguns exemplos:</p>
<div style="text-align: justify;"><strong>A Qualidade de vida é superior a Vida.</strong><br />
Uma sociedade comprometida com a vida, estará empenhada em sua proteção e manutenção de forma ampla e incondicional, ao passo que uma sociedade comprometida com qualidade de vida esta empenhada em sentir-se bem a qualquer custo. Para evangelho, a vida é um bem sagrado. Enquanto a proteção a vida é altruísta e visa o bem comum, a qualidade de vida é egoísta e visa o próprio bem estar. Ela abre espaço para a eutanásia, aborto, seleção genética e tantas outras práticas que propôem livrar o indivíduo ou mesmo o grupo de um possível desconforto.</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Alguns homens são superiores a outros. </strong><br />
Este valor fundamentado na mentira permitiu que nossas sociedades por séculos aceitassem escravatura e estimulassem a sua prática.  O subterfúgio moral que justificava a prática era de que os escravizados eram menos humanos que os escravizadores.  E hoje ainda, este valor está enraizado em nossas culturas, afirmando que alguns indivíduos jamais serão capazes disto ou daquilo pois são inferiores, seja intelectualmente, seja socialmente. Este pensamento inspira práticas paternalistas, que embora tragam certo alívio a alguns problemas sociais, não solucionam suas causas. A Bíblia por outro lado, ensina que todos os indivíduos foram criados segundo a imagem e semelhança de Deus,  são portadores do seu fôlego de vida, merecedores de respeito, e igualmente capazes de fazer n&#8217;Ele todas as coisas.</div>
<p align="justify"><strong>O Macho é superior a Fêmea.</strong><br />
Uma mentira presente em todas as sociedades de formas ligeiramente diferentes. Em alguns círculos sociais prevalece a mentira de que o macho, é superior, mais capaz ou mais inteligente. Certas religiões orientais que acreditam em reencarnação, afirmam que se um homem cometer muitos pecados nesta vida, em punição na próxima existência retornará como uma mulher. E ainda  que:  se você nasceu mulher deve sofrer como mulher neste ciclo para que possa retornar como homem na próxima vida. Um dos costumes numa cerimônia de casamento tradicional nepale, é o de a noiva lavar os pés de seu marido e em seguida beber a água usada. Esta tradição apenas exemplifica o tipo de relacionamento que aguarda os dois, onde o marido é superior, e a esposa não possue qualquer dignidade.<br />
O outro lado é o do movimento feminista radical, que ensina que a mulher e o homem são iguais e possuem os mesmos direitos. Mas como uma mulher se torna igual ao homem, para o movimento feminista? Fazendo tudo o que um homem faz. Em outras palavras, para este movimento, não ha dignidade em <strong>ser</strong> mulher. Esta, para ter valor, precisa <strong>fazer</strong> o que faz um homem, tornando-se como homem. Em ambos prevalece a mesma mentira, de que o macho é superior pelo que faz.<br />
A Bíblia por outro lado, ensina que macho e fêmea foram formados a imagem de Deus igualmente dignos por serem o que são: Homem e Mulher. Ambos mordomos da criação, ambos espelhos da glória de Deus, e proclamadores do seu Reino.</p>
<div style="text-align: justify;">A Biblia ensina que há um <em>patrocinador</em> para estas mentiras que apresentei acima. Este patrocinador é <a title="João 8:44" href="http://www.bibliaonline.com.br/acf+asv/jo/8/44+" target="_blank">especialista na prática da mentira</a>, e sabe muito bem como apresentá-la a sociedade de forma tal, capaz de enganar a muitos. Seu nome é <em>Satanás</em>, e ele não é a figura mitológica de<em> chifre e rabo</em> que pintaram pra você. Você pode até <em>ainda</em> não acreditar na sua existência, mas será complicado negar as suas obras. Ele é uma criatura astuta completamente comprometida em destruir o seu futuro. A Bíblia diz que ele mente não apenas a indivíduos, mas também a <a title="Apocalipse 20:7-8" href="http://www.bibliaonline.com.br/acf+asv/ap/20/7-8+" target="_blank">nações inteiras</a>.</div>
<p align="justify">Não pensem por exemplo que a corrupção no Brasil é um problema apenas do governo Brasileiro. É um problema do brasileiro. A corrupção existe porque aprendemos a cultivá-la. Enquanto nação, acreditamos na mentira de que não é possível prosperar com honestidade, que sempre há um jeitinho mais fácil e rápido, que o mundo é dos espertos.<br />
Quando estas mentiras, ocupam o lugar da verdade em nossa cosmovisão, a justiça cede lugar a injustiça, o direito a corrupção, e a prosperidade a pobreza.</p>
<div style="text-align: justify;">A boa notícia é que você não precisa deixá-lo fazer isto. Pouco importa o que fizeram você acreditar até hoje, a Bíblia diz que o <a title="João 8:32" href="http://www.bibliaonline.com.br/acf/jo/8/32+" target="_blank">conhecimento da verdade nos libertá</a>. A verdade a que me refiro não é uma filosofia, ou idéia. Jesus Cristo se apresenta como o <a title="João 14:6" href="http://www.bibliaonline.com.br/acf/jo/14/6+" target="_blank">caminho, a verdade e a vida</a>. É deste conhecimento fundamental da verdade que você precisa.</div>
<p>C.S. Lewis disse que “<em>Não há campo neutro no universo. Cada polegada, cada milésimo de segundo, é reivindicado por Deus e reivindicado por Satanás</em>&#8220;. Acredite, não há meio termo. Ou você opta pela verdade ou pela mentira.<br />
Escolha seu lado.</p>
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		<title>Prosperidade ?</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Dec 2007 03:36:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Só por que inventaram a "Teologia da Prosperidade" eu tenho que adotar a "Teologia da Miséria?"]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Descer a lenha na <strong>Teologia da Prosperidade</strong> já é como chutar cachorro morto. Não vale nem o esforço. Deixo isto para os apologétas incansáveis de plantão. Em três parágrafos, quero falar algo simples sobre a prosperidade. Sim, porque não é pelo fato de terem inventado a <em>&#8220;T.P.&#8221;</em> que vou me filiar a <em>&#8220;Teologia da Miséria&#8221;</em>.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><strong>O Aurélio define como próspero</strong> o que é <em>propício, favorável, ditoso, venturoso, feliz</em>. Gosto desta definição. E vejam: ser próspero não significa necessariamente ser rico. Conheço muitos ricos que não são prósperos. Nunca estão satisfeitos. Eu acredito que ser próspero é ter o suficiente para satisfazer-se e repartir. Simples assim. É ver recompensa no trabalho de suas mãos, e sentir-se feliz com isto. A prosperidade é uma conseqüência direta do contentamento.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><strong>E tem mais. Deus deseja a nossa prosperidade, a minha e a sua.</strong> Claro que sim! De Genesis a Apocalipse, a Bíblia está repleta de promessas de recompensa e prosperidade. Contudo aqui não existe escambo, nem troca de favores. A prosperidade Bíblica, a benção de Deus sobre o nosso celeiro e colheita vem como conseqüência das decisões e estilo de vida a que nos propomos. Deus, que como ninguém conhece as regras deste universo criado, recompensa <em>honestidade, integridade, altruísmo, obediência e fé.</em> E esta recompensa é mais gratificante que qualquer cifra deste mundo. Para conhecer esta prosperidade que apresento, você precisa primeiro conhecer o Deus de amor que nos faz prosperar. Eu poderia até falar mais sobre isto, mas acabaram os meus três parágrafos. Fica pra um outro post.</div>
<div>Abraços.</div>
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		<title>Menos religião para o Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Dec 2007 00:39:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Antes da sua paixão semanal pelo governo Lula, Diogo Mainardi ainda escrevia sobre outras coisas... ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p style="text-align: justify;">Em 2003 o Diogo Mainardi, antes de sua paixão semanal pelo governo Lula, escreveu no periódico onde esparrama os seus rascunhos, um artigo, no mínimo equivocado, intitulado &#8220;<a title="Veja 11/06/2003" href="http://veja.abril.com.br/110603/mainardi.html" target="_blank">Menos deus, por favor</a>&#8220;. Ele fecha a redação afirmando: <em>&#8220;Precisamos de menos deus&#8221;</em>. Bom, aqui do meu <em>palantir</em> já vejo a turba de fãns deste <em>genial</em> <em>colaborador da república</em> preparando as pedras para a minha execução. Tudo bem, podem jogar. Por certo eu devo ter o direito de achar que ele foi infeliz na sua exposição, muito embora <em>exista verdade em algumas de suas colocações</em>.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">Antes disto,  quase seis anos atrás escrevi um texto sobre o crescimento evangélico no Brasil. Quando publicado no site da Jocum, uma revista de circulação nacional publicou uma matéria sobre o mesmo assunto. Lembro-me bem que a revista anunciava que o estado do Rio de Janeiro possuía naquela época maioria evangélica. A razão disto era em especial o crescimento das denominações Pentecostais e Neo-pentecostais, bem como de algumas igrejas históricas.</div>
<div style="text-align: justify;">Alguns anos se passaram desde então, e as milhares de igrejas continuam se multiplicando pelo pais-a-dentro. São milhões. Se se alguns de vocês me permitem chover no molhado em dois parágrafos, o que isto quer dizer? Nada. Basta olhar os indicadores sociais de nossos dias, para perceber que o crescimento explosivo desta massa evangélica coopera em nada para a  transformação do país. Aliás são estes mesmo números que denunciam uma igreja evangélica obesa, opaca e insossa. Mas  isto não é previlégio exclusivo nosso. Se você já ouviu alguns trechos dos vários discursos pós 11 de setembro de Osama Bin Laden, perceberá que a maioria das acusações do fundamentalismo islâmico contra o mundo ocidental cristão, não repousa no fato de serem estes <em>cristãos</em>, mas sim de não serem <em>cristãos o bastante</em>.</div>
<div style="text-align: justify;">Em Fortaleza no bairro onde trabalhei por muitos anos, uma igreja abre as portas a cada quarteirão, de uma ouve-se o culto da outra. A comunidade porém, continua a mesma. Hoje são artistas, atletas, políticos que se apresentam como evangélicos com a mesma naturalidade que se dizem  flamenguistas ou corintianos. Para estes, ser evangélico significa nada. Quando eu era criança ninguém era evangélico. Éramos <em>crentes</em>. E ser crente, ou como diziam os antigos, <em>&#8220;passar pra lei dos crentes&#8221;</em> era uma atitude quase subversiva. Significava alguma coisa afirmar ser crente. Contudo, não vou aqui botar panos quentes nos problemas da igreja de minha infância. Tinhamos problemas. Eram outros, mas tinhamos.</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>O fato é que não é o evangelho de Jesus Cristo que tem crescido no Brasil. É a religião.</strong> Esta, tem várias caras, cores, coreografias e estilos. Até aparenta ter alguma virtude em si mesma. Por vezes apresenta-se como um ambiente saudável para educar os filhos. Porém ao final não transforma sociedade alguma. Sabem porque?</div>
<p style="text-align: justify;"><strong>A religião exige perfeição. Já o evangelho, integridade.</strong> E como a religião não poderá levar ninguém a perfeição, ela mente. Apresenta uma realidade florida para satisfazer o homem, massageando-lhe o ego com promessas de consolo que não pode cumprir. Promete o placebo, o alívio, o extase em troca de sacrifícios. Ela estimula a vida dupla, pois o religioso percebe ser impossivel atingir a perfeição proposta, e assim como mentiu-lhe a religião, ele mente pra sí mesmo. O evangelho não exige perfeição, mas integridade, integralidade, não-divisão. Enquanto a religião dicotomisa o mundo, separa o sagrado e dominical do secular e cotidiano, o evangelho apresenta estes mundos como um só. Todos coexistentes na mente criadora de Deus.</p>
<div style="text-align: justify;"><strong>A religião segue o fluxo da sociedade e não o contrário.</strong> Dança conforme a música. Segue o anseio da multidão e dará o que esta anseia. Isto explica o seu silêncio em determinadas ocasiões, e seus discursos acalorados em outras. Se a sociedade pinta a cara de preto a religião fará o mesmo. Já o evangelho preserva valores imutáveis. Não apenas um ou alguns, mas todos, integralmente. E estes em muitos momentos não serão o que deseja a multidão.</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>A religião demanda mérito. O evangelho, graça.</strong> É através do fazer por merecer que o anseio é alcançado na religião. E segundo ela, o mérito virá, a partir do que você faz e dá. E ainda traz consigo um attachment de culpa&#8230; pois a mesma religião que promete recompensar ao merecedor, ameaça punir e condenar ao que não cumpriu a sua parte do contrato.  Por causa disto, para fugir desta culpa, o transgressor precisa se purgar, fazer mais, resgatar o mérito. No evangelho não há mérito. Deus não assinou um acordo de serviço e contra-partida. Ele dá vida, e o faz mesmo sabendo que o recebedor não é merecedor. Isto é graça.</div>
<div style="text-align: justify;">O grande equívoco do Mainardi, (coitado, não deve estar nada satisfeito com o futebol do Kaká*) e deste presente século, é transformar Deus em religião. É confundir os programas evangélicos na tv, com deus na mídia. A religião  é tentativa de &#8220;<em>religare</em>&#8221; o homem a deus, seja este último qualquer coisa. O evangelho é Deus revelado. Sim. Nas palavras de Paulo, o apóstolo, é o &#8220;<a title="Romanos 1:16" href="http://livro.de/rm/1/16+" target="_blank"><em>poder de Deus para salvação do que crê</em></a>&#8220;. O Brasil não precisa de mais religião. Disto temos de sobra e para todos os gostos, até do Mainardi, que deve ter a dele.</div>
<div>O Brasil precisa sim de Jesus.</div>
<div style="text-align: justify;"><em>* No artigo o Mainardi diz que está torcendo contra todos os atletas que expressam suas convicções religiosas. E diz estar muito satisfeito com o futebol do Kaká estar cada dia pior&#8230;<br />
</em></div>
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		<title>Sua Igreja é uma Igreja Missionária?</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Nov 2007 18:52:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que faz de sua igreja, uma agência de transformação comprometida com missões ?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><a href="http://www.estevam.org/wp-content/uploads/2008/09/frutos1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-222" title="frutos1" src="http://www.estevam.org/wp-content/uploads/2008/09/frutos1.jpg" alt="" /></a></div>
<p align="justify">Uma palavrinha aos crentes que nos visitam. Houve uma época em que a igreja onde passei a infância contou ter mais de 50 missionários servindo na JOCUM, fora seminaristas e os que trabalhavam em outras agências. Ao todo chegamos perto de 100.  Penso que 100 missionários é um número expressivo, para uma igreja de 800 membros. Isto fazia de nós uma igreja missionária? Naquela época, eu acreditava que sim. Contudo não são estes números que fazem de uma igreja uma comunidade missionária.</p>
<p align="justify"><strong>Mas o que é uma Igreja Missionária ?</strong><br />
Vamos aos fatos. Uma Igreja Missionária prioriza missões. E missões é o Reino de Deus em movimento, em expansão. Na sua agenda esta prioridade vem primeiro que a construção do anexo de educação religiosa, que a compra do ônibus, que a reforma do templo. Afinal de contas, não levaremos nada disto para a eternidade. Me perdoe pela franqueza, mas vai ficar tudo aí pro anticristo fazer o que quiser (se você for pré-tribulacionista&#8230; se não for, <em>&#8220;os elementos se desfarão abrasados</em>&#8221; mesmo). Mas, não me apedrejem ainda, esperem pelo menos até o último parágrafo. Isto não quer dizer que uma igreja missionária não tenha templo, anexo de educação religiosa, ou ônibus. Significa que na agenda desta igreja nenhuma destas coisas está ou estará acima de sua responsabilidade missionária.</p>
<p align="justify"><strong>Uma Igreja Missionária vai ao campo.</strong><br />
Ela não se contenta com informações de teóricas de &#8220;ouvir falar&#8221;, mas busca dar aos seus membros uma experiência real de missões. Ela procura ir ao campo, seja na comunidade local, regional, em âmbito nacional ou transcultural. Neste aspecto, a igreja pode investir em viagens missionárias de curto prazo, nas férias por exemplo, para aqueles que não dispõem de muito tempo. É uma oportunidade de visitar comunidades, fortalecer frentes de trabalho, ou apoiar trabalhos de outras organizações.  Outro detalhe importante, é que sua Igreja <em>não precisa reinventar a roda</em>. É possível envolver-se com outras iniciativas em parceria com Agências Missionárias, e/ou outras igrejas. Este tipo de envolvimento <em>&#8220;oxigena&#8221;</em> a igreja. Os que participaram, voltam empolgados e contagiam outros.</p>
<p align="justify"><strong>Uma Igreja Missionária ora.<br />
</strong>Não estou falando daquela oração silenciosa no quarto domingo de cada mês, antes do encerramento da Escola Dominical. Nem do momento missionário no culto do 3º Domingo à noite. Estou falando de esforço contínuo de oração. <em>Constante, criativo, contagiante, e estratégico</em>. O exemplo dos<strong> <em><a title="Ultimato" href="http://www.ultimato.com.br/?pg=show_artigos&amp;secMestre=752&amp;sec=769&amp;num_edicao=287" target="_blank">irmãos Morávios em seus 100 anos de oração initerrupta</a></em></strong> precisa nos inspirar. <em>Constante</em>, pois precisa acontecer initerruptamente, <em>criativo</em>, porque verdadeira intercessão é qualquer coisa menos monótona, <em>contagiante</em> porque deve convidar outros ao envolvimento e <em>estratégica</em>, porque é importante saber pelo que orar.</p>
<p align="justify"><strong>Uma igreja Missionária Envia.</strong><br />
A Igreja de Antioquia é um exemplo. Não tinha qualquer pretensão de guardar para sí os seus melhores membros. Muito pelo contrário, preocupa-se em ouvir a voz de Deus, e separa dois dos seus melhores para a tarefa. E que dupla ! Se Paulo e Barnabé fosse membros de sua igreja, você os enviaria para o campo missionário? A Igreja comprometida com a obra missionária não tentará enviar quem esta <em>sobrando</em>, ou quem está <em>criando problema</em>s, mas quem está produzindo para assim produzir mais.</p>
<p align="justify"><strong>Uma igreja Missionária Sustenta. </strong><br />
Aqui existe uma matemática simples. Jesus disse: <em>&#8220;<a title="Lucas 12:34" href="http://livro.de/lc/12/34+" target="_blank">onde estiver o teu tesouro aí estará o teu coração</a></em> &#8220;. Muitas igrejas não cooperam financeiramente com missões porque o coração deles não está em missões! O coração está onde o tesouro está. Uma Igreja missionária, está envolvida também financeiramente, com a obra missionária,  pois sabe da importância do que esta fazendo. Seu coração está em missões, por isto, seu tesouro também está lá.</p>
<p align="justify">Uma Igreja missionária reconhece a sua vocação missionária e dá a esta espaço para crescimento. Neste processo de desenvolvimento é importante ter um norte, um objetivo. É ai que entra o <strong>Conselho Missionário</strong>. Mas sobre isto falo num outro artigo.</p>
<p>Abraços,</p>
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		<title>Lealdade na adversidade</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Nov 2007 02:24:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
				<category><![CDATA[Teologia Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Davi]]></category>
		<category><![CDATA[Jônatas]]></category>
		<category><![CDATA[Lealdade]]></category>

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		<description><![CDATA[Geralmente quando se fala sobre lealdade na Bíblia, Davi é o modelo. E concordo com isto. Há porém outro personagem no velho testamento que me ensina muito sobre este tema. Seu nome é Jônatas, e ele era filho do Rei de Israel, Saul. Não fazia o tipo filhinho de papai, muito pelo contrário, era um guerreiro experiente e corajoso. O primeiro na linha de sucessão ao  trono. O lugar do seu pai, seria seu por direito.
Um dia ele conhece o camponês Davi. Este rapaz, esteve envolvido numa guerra contra ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Geralmente quando se fala sobre lealdade na Bíblia, Davi é o modelo. E concordo com isto. Há porém outro personagem no velho testamento que me ensina muito sobre este tema. Seu nome é Jônatas, e ele era filho do Rei de Israel, Saul. Não fazia o tipo <em>filhinho de papai</em>, muito pelo contrário, <a href="http://livro.de/1sm/14/1-13+" target="_blank" title="I Samuel 14:1-13">era um guerreiro experiente e corajoso</a>. O primeiro na linha de sucessão ao  trono. O lugar do seu pai, seria seu por direito.<br />
Um dia ele conhece o camponês Davi. Este rapaz, esteve envolvido numa guerra contra os filisteus, quando heróicamente enfrentou e venceu um guerreiro experiente e poderoso chamado Golias. Desde então <a href="http://livro.de/1sm/18/1+" target="_blank" title="I Samuel 18:1">tornaram-se grandes amigos</a>. Enfrentaram juntos exércitos e a ira do Rei, seu próprio pai.</p>
<p><span id="more-73"></span><br />
<strong>Jônatas paga o preço da lealdade.</strong> O modelo de lealdade que vejo em Jônatas é inspirador. Ele não se rebela contra seu pai, pelo contrário, serve-o até a morte. Ao mesmo tempo, não trai o seu amigo, mas de todas as maneiras procura ajudá-lo, aceitando inclusive sofrer as <a href="http://livro.de/1sm/20/13-17+" target="_blank" title="I Samuel 13:14-17">consequências</a> de suas escolhas.</p>
<p><strong>Jônatas sabia que de alguma maneira Davi seria Rei. </strong><a href="http://livro.de/1sm/20/31+" target="_blank" title="I Samuel 18:31">O próprio Saul sabia disto</a>. <em>Lealdade que não resiste a adversidade é conveniência.</em> Na maioria das vezes, a minha lealdade existe apenas enquanto o meu direito não é ameaçado. No momento em que percebo-me vítimado ou injustiçado, as favas a lealdade. Mas é exatamente aqui que percebo Jônatas escolhendo não protejer os seus direitos, e sim o que ele acreditava que era justo. Ele era capaz de enxergar que Deus estava protejendo a Davi.</p>
<p>Entendam o seguinte, muito embora a monarquia em Israel naqueles dias não fosse o que podemos chamar de uma <em>instituição de tradição centenária</em>, afinal de contas Saul era o primeiro rei, para que seu amigo Davi se tornasse o monarca duas coisas teriam que acontecer: Jônatas deveria abdicar do seu direito ao trono ou teria de morrer. Não apenas ele, mas todos os membros da família real. Ele acreditou que Davi seria Rei, mesmo isto sendo uma possibilidade contrária a todas as demais possibilidade. Sabia que Deus o havia estabelecido. <strong>Ser leal implica em enxergar Deus na vida do outro. Jônatas enxergou em Davi, assim como <a href="http://livro.de/1sm/26/8-11+" target="_blank" title="I Samuel 26:8-11">Davi enxergou até mesmo em Saul</a>.<br />
</strong><br />
Na continuação da narrativa encontramos Davi em duas ocasiões tendo a oportunidade de tirar a vida de Saul, o rei. Nas duas vezes, pessoas incentivam a Davi a não perder a chance de eliminar Saul dizendo: <em>&#8220;O Senhor entregou o seu inimigo nas suas mãos&#8221;</em>. Mas Deus, que Davi amava  e conhecia, nunca havia prometido entregar-lhe Saul. O rapaz, poupa a vida do Rei. Pessoalmente tenho a impressão de que Ele aprendeu estas lições de lealdade com o próprio Jônatas, pois de fato era Deus que agia através dele.</p>
<p>Que Deus me ajude a aprender e viver este modelo.<br />
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</p>
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		<title>Call2all &#8211; pela salvação de 1 bilhão de pessoas</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Nov 2007 03:35:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jocum]]></category>
		<category><![CDATA[Midia]]></category>
		<category><![CDATA[Teologia Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[John Maxwell]]></category>
		<category><![CDATA[Missões]]></category>

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		<description><![CDATA[Um pouco sobre Call2all, a visão de alcançar 1 bilhão de pessoas com a mensagem do evangelho, além de arquivos de áudio de John Maxwell, Bill Bright e outros. Tudo de Graça...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>
<div><img src="http://www.estevam.org/wp-content/uploads/2007/11/c2a.jpg" alt="call2all" /></div>
</div>
</div>
<p>Alguns de vocês talvez já tenham lido isto. <a href="http://www.call2all.org/" target="_blank" title="Call2all Website" class="snap_shots">Call2all</a>  (<em>leia-se Call to All</em>) é uma iniciativa pela mobilização da Igreja ao redor do mundo, convocando-a para um esforço unificado, estratégico e concentrado no cumprimento da <a href="http://livro.de/mt/28/19-20+" target="_blank" title="Mateus 28:19-20">Grande Comissão</a>. A visão foi idealizada pelo <a href="http://www.billbright.com/whoisbill.htm" title="Who is Bill Bright?" target="_blank" class="snap_shots">Dr. Bill Bright</a>, fundador da <a href="http://http://www.greatcom.org/portugues/four.htm" title="CEPC" target="_blank" class="snap_shots">Cruzada Estudantil e Profissional para Cristo</a> (<em>Campus Crusade for Christ</em>), e falecido em 2003.</p>
<p><span id="more-66"></span><br />
<strong>Acredita-se que este homem levou a Jesus mais pessoas que o</strong> <strong>Apóstolo Paulo</strong>. Nos dois últimos anos de sua vida, ele empenhou-se no alvo de alcançar 1 bilhão de pessoas com a mensagem do evangelho e plantar 5 milhões de novas igrejas. Alguns meses antes de sua morte enviou centenas de cartas a centenas de pastores, convidando-os a abraçar a visão de 1 bilhão de conversões depois que eles partisse.<br />
Em 2004 um grupo de pastores resolveu abraçar esta visão, e fundaram a <a href="http://www.gpn.tv/" title="GPN" target="_blank" class="snap_shots">Global Pastors Network</a>. A organização já conta com o apoio de igrejas, denominações inteiras, ministérios internacionais e agências missionárias. O atual presidente da rede é <a href="http://www.call2all.org/Publisher/Article.aspx?id=1000022244" title="Mark Anderson" target="_blank" class="snap_shots">Mark Anderson</a>, missionário da JOCUM e fundador do IWT.<br />
A visão é alcançar todos os lugares onde ainda não estamos, em todas as esferas de influência.</p>
<p><strong> É exatamente no site da GPN alguns recursos interessantes podem ser encontrados:</strong></p>
<p><a href="http://www.gpn.tv/videos/collections.jsp?id=2" title="John Maxwell" target="_blank"><strong>Audioteca John Maxwell</strong></a><br />
Dezenas de arquivos de audio de John Maxwell sobre temas variados, como as <a href="javascript:showVideoWin('https://www.gpn.tv/videos/playback.jhtml?media=13397');" title="As 21 irrefutáveis Leis de liderança" target="_blank">21 Irrefutáveis Leis de Liderança</a> , acompanhado dos arquivos de texto das mensagens. Muito bom.</p>
<p><a href="http://www.gpn.tv/videos/collections.jsp?id=1" title="Bill Bright" target="_blank"><strong>Videoteca Bill Bright</strong></a><br />
Exelente material deste grande líder, em vários vídeos.</p>
<p><a href="http://www.gpn.tv/videos/collections.jsp?id=3" title="Varios" target="_blank"><strong>Audioteca Variada</strong></a><br />
Reúne arquivos de vários preletores, como Ed Stetzer, Reinhard Bonnke, Marcos Witt, Loren Cunningham e outros autores, alguns destes também com seus respectivos arquivos texto.</p>
<p>E o que é melhor? Tudo de graça!&#8230; Eita nóis&#8230;<br />
Mas como nem tudo são flores, eis a má notícia para alguns: Infelizmente tudo em inglês, mas vale a pena exercitar o seu &#8220;<em>book is on the table</em>&#8220;, ou você pode visitar a sessão em <a href="http://www.gpn.tv/videos/collections.jsp?id=5" title="En Spañol" target="_blank" class="snap_shots">Espanhol</a>, não tão generosa, porém igualmente proveitosa.<br />
Outra má notícia é que o site não é até o momento, &#8220;<em>FireFox Friendly</em>&#8220;. Pra ouvir qualquer coisa, só com o IE. Paciência, pelo preço, vale a pena.<br />
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</p>
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