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	<title>Jocumeiros &#187; Não Alcançados</title>
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		<title>Alguns números a respeito do Mundo Muçulmano</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 19:53:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
 Existem 9 países com população muçulmana estimada em 100% do total de habitantes.
 Existem 32 países com população muçulmana estimada em mais de 80% do total de habitantes.
Existem 9 países com população muçulmana estimada em mais de 50% do total de habitantes.
580 famílias linguísticas no mundo são predominantemente muçulmanas.
247 grupos muçulmanos não-alcançados tem polulação superior a 100.000.
Existem mais muçulmanos na China do que Batistas no mundo todo.
Apenas 13.3% de toda a população muçulmana mundial conhece um cristão pessoalmente.

Dados extraídos de “Unpublished Word” publiclado pela FirstBible International
Leia Também:Muçulmanos podem chegar ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li> Existem 9 países com população muçulmana estimada em 100% do total de habitantes.</li>
<li> Existem 32 países com população muçulmana estimada em mais de 80% do total de habitantes.</li>
<li>Existem 9 países com população muçulmana estimada em mais de 50% do total de habitantes.</li>
<li>580 famílias linguísticas no mundo são predominantemente muçulmanas.</li>
<li>247 grupos muçulmanos não-alcançados tem polulação superior a 100.000.</li>
<li>Existem mais muçulmanos na China do que Batistas no mundo todo.</li>
<li>Apenas 13.3% de toda a população muçulmana mundial conhece um cristão pessoalmente.</li>
</ul>
<p>Dados extraídos de “<a href="http://www.firstbible.net/upword.php">Unpublished Word</a>” publiclado pela <a href="http://www.firstbible.net/" target="_blank">FirstBible International</a></p>
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		<title>Botros e a Mídia</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Sep 2008 11:58:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
				<category><![CDATA[Missões]]></category>
		<category><![CDATA[Não Alcançados]]></category>
		<category><![CDATA[Botros]]></category>
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		<description><![CDATA[Nestas últimas semanas na blogosfera acompanhei alguns artigos sobre evangelismo. O Thiago escreveu uma série sobre o assunto, o  Renê e o Luis Fernando, andam falando sobre isto também. Eu recomendo a leitura dos respectivos posts, e que  depois de ler você tire as suas próprias conclusões.
O mesmo tempo em que aqui do meu leitor de rss acompanhava o pensamento destes amigos, esbarrei com um artigo de certa forma pertinente ao tema, sobre Zakaria Botros no blog de Joel Rosemberg. Resolvi traduzir e adaptar uma parte do texto  aqui no ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nestas últimas semanas na blogosfera acompanhei alguns artigos sobre <strong>evangelismo</strong>. O <a class="snap_shots" title="Livraria do Thiago" href="http://livrariadothiago.com/" target="_blank">Thiago</a> escreveu uma série sobre o assunto, o  <a class="snap_shots" title="Papo de Teólogo" href="http://papodeteologo.gospelmais.com.br/evangelismo-na-tv-ate-onde-isso-e-sincero/" target="_blank">Renê</a> e o <a class="snap_shots" title="I Stand For Him" href="http://istandforhim.blogspot.com/" target="_blank">Luis Fernando</a>, andam falando sobre isto também. Eu recomendo a leitura dos respectivos posts, e que  depois de ler você tire as suas próprias conclusões.</p>
<p style="text-align: justify;">O mesmo tempo em que aqui do meu leitor de rss acompanhava o pensamento destes amigos, esbarrei com um artigo de certa forma pertinente ao tema, sobre Zakaria Botros no blog de <a class="snap_shots" title="Joel Rosenberg" href="http://flashtrafficblog.wordpress.com/2008/09/09/exclusive-al-qaeda-targets-arab-evangelist-operating-in-us-for-preaching-the-gospel-to-muslims/" target="_blank">Joel Rosemberg</a>. Resolvi traduzir e adaptar uma parte do texto  aqui no blog.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Por Joel Rosenberg<br />
</em></p>
<p style="text-align: justify;">Você provavelmente nunca ouviu falar do <strong>Padre Zakaria Botros</strong>. Ele é um egípcio, sacerdote da Igreja Cóptica (da qual, muitos de vocês também nunca ouviram falar), que atualmente vive em algum lugar dos Estados Unidos. É hoje de longe o evangelista árabe mais ouvido, mais eficiente em alcançar o mundo  muçulmano, e da mesma forma o mais controverso.</p>
<p style="text-align: justify;">De lá apresenta um <a class="snap_shots" href="http://www.cbn.com/cbnnews/35307.aspx" target="_blank">programa de 90 minutos</a>, que usa a receita de sempre. Ele prega, ensina e responde a perguntas de ouvintes (<a class="snap_shots" href="http://br.youtube.com/watch?v=19FU7Yyx4D4&amp;feature=related" target="_blank">muitas vezes irritados</a>) do mundo todo. Em suas mensagens Botros <a class="snap_shots" href="http://br.youtube.com/watch?v=4HXX2fO8pM4" target="_blank">desafia os ensinamentos e afirmações de Maomé</a>, sistematicamente  desconstruindo a sua vida, história por história, apontado as imperfeições e o comportamento pecaminoso do profeta. Também de maneira cuidadosa, ele usa o Corão apontando <a class="snap_shots" href="http://br.youtube.com/watch?v=XYRxrE3-F8U&amp;feature=related" target="_blank">contradições e inconsistências verso por verso</a>. E não apenas faz isto, mas também ensina muçulmanos através da Bíblia porque Jesus os ama e como esta pronto a perdoá-los e recebê-los em sua família, não importa o que tenham feito.</p>
<p style="text-align: justify;">Imaginem que esta é uma mensagem que combina elementos perigosos. Um website da Al Qaeda recentemente colocou sua cabeça prêmio, oferecendo como  recompensa, segundo a <a class="snap_shots" title="CBN" href="http://www.cbn.com/">Christian Broadcasting Network</a> (aquela do Clube 700), uma quantia próxima a 60 milhões de dólares pela sua morte. Apenas a título de comparação, o governo americano oferece uma recompensa de &#8220;apenas&#8221; 25 milhões pela captura de <strong>Osama Bin Laden</strong>. Um Jornal árabe recentemente declarou-o como <em>&#8220;Inimigo Público nº1 do Islam&#8221;</em>. Por que <em>radicais muçulmanos</em> desejam a morte de um sacerdote septuagenário da igreja Cóptica? Porque este idoso senhor está em guerra contra os radicais, e está vencendo.</p>
<p style="text-align: justify;">O seu programa tornou-se um <em>hit</em> de audiência no mundo muçulmano. É reapresentado quatro vezes por semana em árabe através de um canal via satélite chamado <a class="snap_shots" title="Al Hayat" href="http://www.alhayat.com/" target="_blank">Al Hayat </a>(“TV Vida”), que consegue driblar todas as formas de censura nos países onde o sinal é captado. Pode ser assistido no Norte da África, Oriente Médio, Asia Central, América do Norte, Austrália e Nova Zelândia. Não apenas <em>pode</em> ser visto, como de fato <em>é</em> assistido (segundo estimativas) por cerca de 50 milhões de muçulmanos por dia. Ao mesmo tempo, desde 2003 em seus  <a class="snap_shots" title="Father Zacaria.Net" href="http://www.fatherzakaria.net/" target="_blank">websites</a>,  Botros recebe milhões de cliques, onde os visitantes podem assistir aos vídeos e ler seus <a title="Livros Sermões e Estudos" href="http://www.fatherzakaria.net/books.htm" target="_blank">sermões e estudos em múltiplos idiomas</a>. Eles podem participar também de uma sala de bate-papo onde podem fazer perguntas, receber aconselhamento e esclarecer dúvidas conversando com muçulmanos convertidos, que entendem muito bem as dúvidas e questionamentos dos que vão às salas de chat. Por causa disto, o ancião é odiado por milhões. Quando Botros desafia teólogos muçulmanos a refutar as suas afirmações, milhões esperam para saber o que estes dirão. Contudo <a class="snap_shots" href="http://br.youtube.com/watch?v=FehTvk3MW_0&amp;feature=related" target="_blank">as raras respostas </a>giram a maioria das vezes em torno de ataques pessoais ao sacerdote. Quanto mais o atacam, mais ele se torna conhecido. Quanto mais conhecido, mais pessoas procuram ouvir o que ele tem a dizer. E quanto mais ouvem, mais chegam a conclusão de que ele está certo em suas afirmações. Numa entrevista recente Botros afirma que aproximadamente 1.000 muçulmanos oram recebendo a Jesus como salvador todos os meses ao telefone com os conselheiros. Alguns fazem isto ao vivo com Botros. E isto é apenas a ponta do iceberg, pois não há conselheiros nem linhas telefônicas suficientes para a demanda de chamadas. Muitos líderes árabes cristãos acreditam que Deus está usando Botros no maior movimento de conversões dentro do mundo muçulmano já visto na história da cristandade. Botros por outro lado, recusa-se a aceitar qualquer crédito, afirmando que ele é apenas uma voz num movimento de milhões.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas ele está empolgado com os momento vivemos.  Ele mesmo afirma ver a cada dia mais conversões do que nunca antes, e que deseja continuar pregando o evangelho enquanto o Senhor Jesus lhe conceder fôlego. <a title="João 3:16" href="http://livro.de/jo/3/16" target="_blank">&#8220;Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito para que todo aquele que n&#8217;Ele crê não pereça, mas tenha a vida eterna&#8221;</a>. Este é o texto que move o sacerdote. Ele acredita firmemente que Deus ama o mundo inteiro, incluindo cada muçulmano. Ele acredita que qualquer que creia no Senhorio de Jesus, &#8211; seja judeu ou muçulmano &#8211; receberá a vida eterna. Não acredita que todos os muçulmanos sejam fanáticos, mas acredita que todos os muçulmanos estão espiritualmente perdidos, e ele desesperadamente deseja ajuda-los a encontrar o caminho de perdão e reconciliação com o Deus que os criou e ama.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;<em>Eu creio que isto é a mão de Deus</em>&#8220;, afirma Botros. &#8221; <em>Ele esta dirigindo-me. Ele me mostra o que falar. Ele me mostra o que escrever&#8230; nos websites. Ele está me mostrando mais e mais como usar a tecnologia para alcançar as pessoas com a sua mensagem de redenção.</em>&#8220;</p>
<p style="text-align: justify;">A despeito da (tosca) grade de programação durante as madrugadas na Tv pública brasileira e  do discurso comum dos meus colegas blogueiros, continuo acreditando que nivelar pela média, é jogar fora o bebê junto com a   água da banheira. Tem muita coisa boa acontecendo por ai, e o reino de Deus é maior que a  chamada  igreja evangélica brasileira.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, (e sem ofensas, por favor) eu tenho é a impressão de que esta história de que método &#8220;x&#8221; não funciona mais, método &#8221; y&#8221; é melhor,  é uma grande balela de que quem não evangeliza de jeito nenhum e quer encontrar desculpas para justificar a sua passividade.  Aproveite o momentâneo desconforto para (pelo menos) orar por Botros e seu ministério. Como diria o <a title="Pavablog" href="http://www.pavablog.blogspot.com" target="_blank">Pava</a>, pronto falei.</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços.</p>
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		<title>The Book is on the table</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jan 2008 19:18:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O The Economist publicou em 19 de dezembro passado um interessante artigo intitulado &#8220;The Bible v the Koran &#8211; The battle of the books&#8221; onde trata da batalha no mercado editorial que envolve os livros sagrados dos dois maiores blocos religiosos do mundo, e de como as ferramentas de marketing usadas nesta peleja revelam os traços da cosmovisão de cada um destes blocos. Publico aqui uma síntese de parte do artigo misturada aos meus comentários. Sugiro que, se você puder, também leia o artigo original.
Cerca de 100 milhões de exemplares ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>O The Economist publicou em 19 de dezembro passado um interessante artigo intitulado &#8220;<a href="http://economist.com/world/international/displaystory.cfm?story_id=10311317" title="The Economist" target="_blank" class="snap_shots">The Bible v the Koran &#8211; The battle of the books</a>&#8221; onde trata da batalha no mercado editorial que envolve os livros sagrados dos dois maiores blocos religiosos do mundo, e de como as ferramentas de marketing usadas nesta peleja revelam os traços da cosmovisão de cada um destes blocos. Publico aqui uma síntese de parte do artigo misturada aos meus comentários. Sugiro que, se você puder, também leia o artigo original.</div>
<div><strong>Cerca de 100 milhões de exemplares da Bíblias são vendidos todos os anos.</strong> Apenas os Gideões Internacionais distribuem gratuitamente um exemplar a cada segundo. Ela está disponível (integral ou parcialmente) em mais de 2.426 idiomas. Contudo muitos cristãos não a conhecem, não lêem nem estudam o seu conteúdo. Tristemente, a Bíblia no mundo cristianizado cada vez mais ocupa menos espaço, tornando-se um amuleto, como um pé de coelho, ou um ramo de arruda.</div>
<div>Em contra partida, no mundo Islâmico, o Corão é o livro mais lido e recitado, sendo a espinha dorsal do modelo muçulmano de educação. As crianças aprendem a ler com o livro. Na sociedade islâmica memorizar todo o livro sagrado é um feito de grande honra, e no Irã, aquele que o faz, recebe automaticamente um diploma universitário.</div>
<div>Tanto a Bíblia quanto o Corão tornaram-se livros globais. Em 1900 80% da população cristã do mundo vivia na Europa e Estados Unidos. Hoje 60% vive nos países em desenvolvimento. Mais presbiterianos vão a igreja em Gana do que na Escócia, berço do presbitarianismo.</div>
<div>Em 1900, o Islamismo estava concentrado no mundo árabe e sudoeste da Ásia. Hoje na Inglaterra talvez exista um número de Muçulmanos igual ou bem próximo ao de Anglicanos. Contudo é fato que grande parte deste crescimento deve-se não apenas a conversão mas a explosão demográfica e imigração. A média de natalidade por família na europa cristã é cada dia menor, o que é exatamente oposto entre os seguidores do profeta. Já até ouvi alguém afirmar que, <em>se nada mudar, em 50 anos a Europa será novamente um continente muçulmano.<br />
</em></div>
<div><strong>Hoje o país que mais envia missionários cristãos é a Coréia do Sul, seguida bem de perto pelo Brasil e Estados Unidos.</strong> As maiores casas publicadoras cristãs estão no Brasil e na Coréia. E uma rede interligada de 140 sociedades publicadoras internacionais trabalham para alcançar o alvo de colocar uma Bíblia nas mãos de cada homem, mulher e criança do mundo. Só a <a href="http://www.bibles.com/" title="American Bible Society" target="_blank" class="snap_shots">American Bible Society</a>, já publicou mais de 50 milhões na China Comunista.</div>
<div>Por outro lado o óleo saudita esta causando uma super mudança na distribuição do Corão. O país distribui cerca de 30 milhões de exemplares por ano, em mesquitas, sociedades islâmicas e até mesmo em embaixadas.</div>
<div>A tecnologia é a grande aliada de ambos. Hoje é possível consultar ambos os livros na internet, pda e celular. Você pode ouvir textos em Mp3 e sintonizar numa rádio cristã ou numa emissora muçulmana. Existem algumas que não transmitem outra coisa senão o Corão. Sobre a presença de cristãos na tv eu não preciso falar. Pouco a pouco o mundo muçulmano também está descobrindo a mídia no mundo ocidental, através de canais de tv a cabo, e transmissões pela internet.</div>
<div></div>
<div>Muçulmanos preferem ler o Corão em árabe, a língua falada pelo profeta. Apenas 20% destes tem o árabe como língua materna, e os índices de analfabetismo são muito altos no mundo islâmico. Muito embora algumas  traduções em pelo menos 20 idiomas sejam hoje toleradas, não são apreciadas pelos seus seguidores. O que fatalmente acontece pela união destes fatores é que um grande número dos alunos acaba por fim não entendendo o que está memorizando.</div>
<div>Já a Bíblia pode ser encontrada em milhares de traduções e versões. Só para o Inglês são quase 900, que vão do eloqüente tradicional ao coloquial. No português, temos as versões de Almeida, RA, RC, Fiel, BLH, NVI, Viva e tantas outras, algumas até <a href="http://www.baptistlink.com/creationists/blh.htm">demonizadas</a> por alguns grupos. Idiomas como <em>Inupiat</em> e <em>Gulla</em> que são falados apenas por um punhado de pessoas já possúem a sua tradução. E um grupo de <em>Geeks</em> digamos, excêntricos, preocupou-se em traduzir até para <a href="http://klv.mrklingon.org/" target="_blank"><em>Klingon</em></a>, aquele idioma falado por alienígenas em <em>Jornada nas Estrelas</em>. Existem Bíblias para todos os gostos: Bíblia de Estudo,  de Estudo exaustivo, de Missões, da Mulher, Teen, da Criança, do Bebê, do Ministro, e até de Prosperidade Financeira.</div>
<div>A grande batalha, contudo, consiste em fazer-se entender a mensagem, pois obviamente não basta ter ou ler o livro. Uma pesquisa do Instituto <em>Gallup</em> nos Estados Unidos, atestou que menos da metade dos americanos cristãos sabem o nome do primeiro livro da Bíblia (Genesis), apenas um terço sabe quem pregou o Sermão do Monte (muita gente responde que foi Billy Graham) e um quarto desconhece que importante acontecimento celebra-se na páscoa. 60% por cento não sabem a metade dos 10 mandamentos, 12% por cento pensam que Noé era casado com Joana D´Ark (!). Agora, pra ser honesto eu tenho medo de ver os resultados de uma pesquisa destas em terras brasileiras.</div>
<div></div>
<div><strong>Por fim, acredito que não é a presença dos livros da religião que mudam uma sociedade,</strong> mas sim a leitura que esta socidade faz destes livros e a resposta que dá a esta leitura.  Mas perceba que aqui estou falando de mudança. Qualquer uma, de qualquer coisa para qualquer coisa. Mudar não significa aperfeiçoar, e algumas vezes é possível mudar para pior.</div>
<div>Respeito, os leitores muçulmanos que pensam diferente, mas acredito que a Bíblia ao contrário dos outros livros,  possui a resposta aos dilemas desta era, e não apenas esta mas todas. A verdade revelada neste livro, e esta verdade tem um nome, é suficiente para devolver o homem ao seu lugar de origem, a sua verdadeira identidade, ao seu propósito inicial. Isto faz com que  a existência humana ganhe sentido, e mude, mas para melhor. A Verdade não é uma energia, um chá, uma experiência ou um livro. <strong>A verdade é uma pessoa</strong>, que deseja relacionar-se com você pessoalmente.  <strong>Jesus Cristo é a verdade.</strong></div>
<div></div>
<div>Abraços,</div>
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		<title>Que Perdão é este?</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Dec 2007 18:31:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje o Rei Abdulla, da Arábia Saudita, concedeu perdão á jovem xiita de 19 anos que depois ter sido violentada por 7 homens foi condenada a 200 chibatadas e seis meses de reclusão. A condenação se deu porque no momento em que foi atacada a jovem estava num carro acompanhada por outro homem que não era de sua família. Isto é proibido no país.
O caso teve repercussão internacional. Varios organismos de defesa dos direitos humanos pediram que o rei mudasse a sentença. Contudo segundo o ministro da justiça, a intervenção ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Hoje o Rei Abdulla, da Arábia Saudita, concedeu perdão á jovem xiita de 19 anos que depois ter sido violentada por 7 homens foi condenada a 200 chibatadas e seis meses de reclusão. A condenação se deu porque no momento em que foi atacada a jovem estava num carro acompanhada por outro homem que não era de sua família. Isto é proibido no país.</div>
<div>O caso teve repercussão internacional. Varios organismos de defesa dos direitos humanos pediram que o rei mudasse a sentença. Contudo segundo o ministro da justiça, a intervenção do Rei não significa que este tenha considerado a condenação injusta. A matéria na íntegra pode ser lida <a href="http://www.estadao.com.br/geral/not_ger97280,0.htm" target="_blank">aqui.</a></div>
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		<title>O que é o Ramadan?</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Nov 2007 13:05:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como um dos pilares do Islam, o jejum de Ramadan tem uma posição especial na vida religiosa muçulmana.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.estevam.org/wp-content/uploads/2008/09/ramadam.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-220" title="ramadam" src="http://www.estevam.org/wp-content/uploads/2008/09/ramadam.jpg" alt="" /></a></p>
<blockquote>
<p><em>&#8220;Atyab at-tihani bimunasabat hulul shahru Ramadan al-Mubarak. (Árabe)<br />
&#8220;As mais preciosas congratulações por ocasião da vinda do Ramadan.&#8221; Cumprimento muçulmano.</em></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Ramadan é um mês especial para mais de um bilhão de muçulmanos por todo mundo. É um período para reflexão, devoção a Alá, e auto-controle. Do nascer do sol ao ocaso, cada dia, por 30 dias eles se abstem de comida, bebida, fumo e sexo. A tradição também ordena abstenção de calúnias e fofocas, de usar perfume e até mesmo de ficar irritado ou olhar para alguma coisa ilegal.</p>
<p style="text-align: justify;">O nome Ramadan é derivado da palavra de orígem árabe <em>ramida</em> ou <em>ar-ramad</em>, que denota um calor causticante, aridez, especialmente no solo. Da mesma raiz vem <em>ramdaa</em>, que significa &#8220;<em>areia cozida pelo sol</em>&#8221; como no famoso provérbio : &#8220;<em>Kal Mustajeer minar ramadaa binnar</em>&#8221; &#8211; &#8220;<em>saltar da frigideira para o fogo</em>&#8220;. Alguns dizem que é assim chamado porque Ramadan incinera os pecados com as boas obras como o sol queima o solo.</p>
<p style="text-align: justify;">O jejum voluntário é uma recomendação feita aos muçulmanos, mas durante o Ramadan tornou-se uma obrigação. Como o quarto pilar da fé, o Ramadan é provavelmente a mais amplamente praticada de todas as formas muçulmanas de adoração. Todos os muçulmanos que sejam saudáveis e já alcançaram a puberdade são obrigados a jejuar. Para cada dia negligenciado, ou que não possa ser observado devido a doença, viagem, gravidez ou ciclo menstrual , o muçulmano é obrigado a compensar, seja fazendo um outro dia, ou alimentando os pobres. Algumas vezes os ricos pagam para outros jejuarem em seu lugar. Os velhos que estejam fracos ou doentes e aqueles portadores de doença mental não são obrigados a jejuar.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma refeição (<em>sahur</em>) é compartilhada na madrugada de preferência o mais perto do amanhecer, e, de igual modo, depois do pôr do sol (<em>iftar</em>), na quebra do jejum. A oração é feita minutos após o ocaso. Por causa do aspecto de que o Ramadan enfatiza aspectos comunitários, é comum entre os muçulmanos tomar o <em>iftar</em> juntos na mesquita da vizinhança e convidar amigos, parentes e vizinhos para as festas do <em>Iftar</em> que acabam tornando-se grandes banquetes.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante o Ramadan os muçulmanos são conclamados a fazer orações especiais à noite, chamadas <em>tarawih</em>. Consiste numa seqüência de vinte orações, geralmente feita coletivamente com o recitar do Alcorão completo o mês todo. Os últimos dez dias são considerados os mais importantes especialmente na vigésima sétima noite, <em>Laylat al-Qadr</em> &#8211; Noite do Poder ou das Revelações, durante a qual segundo a tradição, ocorreu a primeira revelação do Alcorão a Maomé. Para muitos muçulmanos devotos este período é marcado por uma intensidade espiritual elevada, e eles passam estas noites orando e recitando o Alcorão.</p>
<p style="text-align: justify;">O Ramadan é o nono mês do calendário lunar muçulmano. O começo do mês é baseado numa combinação de observações da lua, e cálculos astronômicos. A prática varia de local para local, de modo que alguns povos baseiam-se totalmente nas observações e outros nos cálculos. O calendário islâmico, sendo onze ou doze dias a menos que o gregoriano, migra entre as estações. O ciclo completo leva em torno de 35 anos. Em 2008 o Ramadan teve inicio no dia 2 de Setembro indo até o dia 2 de outubro.</p>
<p>No final do Ramadan existem três dias de celebração, chamado <em>Eid-ul-Fitr</em>, Festival da Quebra do Jejum.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos os anos intercedemos pelos povos muçulmanos ao redor do mundo durante a campanha de  31 dias de oração pelo mundo Muçulmano. No Brasil, a Jocum coordena a campanha através do Projeto Ismael no Rio de Janeiro. Um manual pode ser adquirido, contendo informações e dados para quem deseja saber especificamente sobe o que orar. Basta escrever para <a title="Projeto Ismael" href="mailto:projetoismael@jocumrio.org.br" target="_blank">projetoismael@jocumrio.org.br</a>.</p>
<p><strong>Bibligrafia </strong><br />
<em>30 Days Muslim Prayer Focus, 2000 Australia </em></p>
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		<title>O Profeta do Islam</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Nov 2007 12:52:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem foi Maomé ? O que se sabe sobre o fundador de um dos maiores blocos religiosos do mundo ?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao contrário do que se imagina, nem todo árabe é muçulmano. De fato, apenas 18% dos Muçulmanos são árabes dentre a estimativa de um bilhão e duzentos milhões de pessoas.</p>
<p>A palavra &#8220;Islam&#8221; significa simplesmente submissão a Deus, e &#8220;muçulmano&#8221; ou submisso é aquele que segue as leis do Islamismo. A revelação do Islamismo foi dada a Maomé, e este é reverenciado pelos muçulmanos como o maior dentre todos os profetas. De fato &#8220;Maomé&#8221; não é apenas um nome, mas um título que significa &#8220;O louvado&#8221; ou ainda &#8220;digno de louvor&#8221;.</p>
<p>Os árabes são de origem semita. Identificados como descendentes de Ismael, filho de Abraão e Agar, não tinham unidade política. Viviam em tribos independentes, governadas por Xeques. Cada tribo tinha o seu próprio deus, ao qual se rendia culto num santuário comum, a Ka&#8217;aba, existente em Meca. Na Ka&#8217;aba encontravam-se 360 ídolos. O mais importante era a &#8220;pedra negra&#8221; um tipo de meteorito adorado pelas tribos. Além disto haviam mais de 124.000 profetas conhecidos na época.</p>
<p>Acredita-se que Maomé nasceu no ano 570 d.C. em Meca, uma cidade da atual Arábia Saudita. Seu pai, que morreu antes do seu nascimento, era membro do clã Hashim da poderosa tribo Quraysh. A mãe de Maomé, Amina, morreu quando ele tinha apenas 06 anos. Ele foi morar então com o seu avô, que era o guardião da Ka&#8217;aba, templo nacional do povo árabe. Infelizmente, dois anos mais tarde seu avô também morreu, e desde a idade de 08 anos, Maomé passou a ser criado por seu tio, Abu Talib, que era um negociante junto às grandes rotas de comércio em camelos.</p>
<p>Passou grande parte da juventude num tempo de agitação econômica e descontentamento concernente a vasta diferença entre os ricos e os pobres. Historiadores muçulmanos afirmam que mesmo quando menino, &#8220;Maomé já detestava a adoração a ídolos, e que levava uma vida moralmente pura&#8221;.</p>
<p>Maomé foi empregado por Khadija, uma viúva rica, para administrar a caravana mercante. Ficou conhecido como &#8220;Al-Amin&#8221;, o &#8220;Digno de Confiança&#8221;, e foi proeminente membro da associação mercante de Meca. Aos 25 anos casou-se com Khadija, com quem teve 6 filhos &#8211; todos mortos, exceto a filha caçula, Fátima. Maomé e Khadija foram casados durante 25 anos. Mais tarde depois da morte de Khadija, Maomé adotou a poligamia, casando-se com várias mulheres.</p>
<p>Aos 40 anos, ficou muito preocupado com a situação de seus compatriotas e gastou muito de seu tempo em meditação sobre assuntos religiosos. Durante sua vida Maomé conheceu muitos cristãos, sacerdotes e judeus. Muitas vezes buscou conselho de um monge jacobino que lhe ensinou vários aspectos dos costumes religiosos judaicos.</p>
<p>Durante o mês de Ramadan, que é o nono mês no calendário lunar muçulmano, Maomé retirava-se para uma caverna na encosta do Monte Hira, a aproximadamente 5 kilômetros de Meca. A tradição afirma que durante uma destas ocasiões que ele começou a receber revelações e instruções que acreditava serem do &#8220;arcanjo Gabriel&#8221;. Estes escritos formam a base do Alcorão (do árabe &#8220;al-Quram&#8221; = &#8220;o recitativo&#8221; ou &#8220;o discurso&#8221;). Foi em Meca ele começou a ensinar a nova religião mas fugiu de lá para Medina em 622, quando soube que a tribo Quraysh planejava acabar com a sua vida. O calendário muçulmano inicia no dia desta fuga, conhecida como Hijra (hégira).</p>
<p>Nessa altura o Islam afirmou-se não só como religião, mas também como comunidade organizada, muito embora o próprio Maomé afirmasse que o que ele pregava não era uma nova religião, mas a continuação da revelação que Deus tinha dado aos profetas do Antigo Testamento e a Jesus (que não considerava Filho de Deus, mas um grande profeta que devia ser obedecido).<br />
Maomé estabeleceu a constituição Medinense e instituiu o dogma da guerra santa. A idéia da &#8220;Jihad&#8221; surgiu quando Maomé se encontrava em Medina, depois da fuga de Meca. O profeta precisava de se defender dos habitantes de Meca e para isso precisava de organizar um exército, algo que exigia dinheiro.<br />
Mais tarde Maomé entrou triunfante em Meca. Destruiu os ídolos de pedra com excepção da &#8220;pedra negra&#8221;. Deu depois inicio à sua obra política. As tribos do deserto converteram-se ao credo de Alá unificando e consolidando o novo modelo de religião-estado.</p>
<p>Além do Alcorão, há o livro de Hadiths. O Hadiths compreende os ensinos de Maomé, e é tão importante quanto o Alcorão em todas as áreas da vida do muçulmano.</p>
<p>Maomé declarou que o Alcorão era a revelação final e superior do único e supremo Deus. Ele baniu a adoração aos ídolos e ensinou que a vida do muçulmano deve ser completamente submissa a Alá (Deus, em árabe), com abluções rituais antes das cinco vezes diárias de oração em direção a Meca. Sexta-feira foi o dia estabelecido para adoração coletiva na Mesquita, o templo muçulmano.<br />
Maomé morreu em 632 d.C. em Medina na Arábia Saudita, onde se encontram seus restos mortais&#8230;</p>
<p><strong>Bibliografia : </strong><br />
<em>Manual de Intercessão Pelo Mundo Muçulmano, PráMídia Publicações. 1998 </em></p>
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		<title>Que são Povos Não Alcançados ?</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Feb 2004 05:21:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
				<category><![CDATA[Não Alcançados]]></category>
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		<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Tribos]]></category>

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		<description><![CDATA[Um povo é um grupo significativamente grande de indivíduos que entendem ter uma afinidade comum uns pelos outros. Eles compartilham a mesma linguagem, religião, etnia, localidade, ocupação, ou mesmo um combinado disto. Um povo tem um nome é apto para ocupar um local. Mas quem são estes ? Onde estão ? e porque continuam não alcançados ?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://www.estevam.org/wp-content/uploads/2007/06/povosdest.jpg" alt="Gravura" align="left" /><em>Quem são estes ? Onde estão ? e porque continuam não alcançados ?</em></div>
<p>Um povo é um grupo significativamente grande de indivíduos que entendem ter uma afinidade comum uns pelos outros. Eles compartilham a mesma linguagem, religião, etnia, localidade, ocupação, ou mesmo um combinado disto. Um povo tem um nome é apto para ocupar um local.</p>
<p>O termo <strong>Não Alcançado</strong> ou <strong>Não Evangelizado</strong> surgiu para definir um grupo de indivíduos no qual não há uma comunidade nativa de crentes (cristãos) capazes de evangeliza-lo. Muitos destes grupos não tem conhecimento de quem é Deus. Não conhecem a Jesus, seu filho e desconhecem a necessidade de salvação. Alguns destes grupos não tem sequer uma estrutura de linguagem escrita formada, não lêem nem escrevem em seus próprios idiomas. Já outros possuem uma bem dividida estrutura social, dominam a escrita e possuem uma forte e milenar estrutura religiosa.</p>
<p><strong> O que se requer para evangelizar estes grupo de povos não alcançados ?</strong></p>
<p><span id="more-11"></span>Oração, iniciativa e treinamento adequado entre outras coisas. Não existe um manual com respostas prontas ou receitas mirabolantes, (muito embora existam procedimentos comuns) pois cada grupo não alcançado, possui barreiras e problemas únicos a serem vencidos. Para cada um destes existem estratégias e oportunidades específicas a serem buscadas, antes que o alcance efetivo seja posto em ação. São oportunidades e estratégias percebidas principalmente no lugar de oração, e lá vencidas em primeira instância. Estes grupos permanecem não alcançados ou ocultos porque são verdadeiramente difíceis de se alcançar, do contrário a tarefa já teria sido terminada. Por outro lado uma intervenção maior por parte das igrejas se faz necessária, investindo em iniciativas missionárias voltadas ao alcance destes grupos. Parcerias entre agências e igrejas acabam surgindo como resposta a esta lacuna de influência que encontramos na história da Igreja.</p>
<p>Hoje o número exato dos grupos de povos não alcançados varia de acordo com as definições. Podem ser categorizados em mega ou mini povos, povos minoritários, povo etnolingüístico, povo sócioeconômico etc. O Movimento AD 2000 considerava não alcançado, o povo com uma população superior a 10.000 pessoas, o que incluiria nesta categoria no Brasil, apenas os ribeirinhos amazônicos. Outras , pelo menos, 130 diferentes tribos ficariam de fora, e cerca de 50 delas nunca foram de fato contatados ainda pelo homem branco. Estima-se no mundo todo mais de 10.000 grupos.</p>
<p>A lista de quem são os inalcançados é imensa, e passa por todos os continentes, grandes metrópoles, vilarejos, aldeias e tribos. Eles não estão apenas em lugares isolados como a maioria de nós imagina. Algumas vezes é possível encontrar grupos inteiros, isolados por barreiras idiomáticas ou culturais. Quem sabe, num lugar bem próximo a você que lê este texto agora.</p>
<p>Entretanto os propósitos de Deus para as nações são imutáveis e verdadeiros. Elas estarão representadas no grande dia diante do trono. Precisamos orar e alcançar estes povos, pois esta foi a ordem Jesus : fazer discípulos de todas as nações. Que assim seja.<br />
<em><br />
Fontes<br />
Manual de Intercessão, PráMidia publicações, p.14-1998<br />
Revista IDE &#8211; nº 22, p. 06 &#8211; 1999</em><br />
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</p>
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		<title>Os Beja da Etiópia</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Feb 2004 18:31:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Africa]]></category>
		<category><![CDATA[Beja]]></category>
		<category><![CDATA[Etiópia]]></category>

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		<description><![CDATA[Representam o maior grupo étnico não árabe entre o Rio Nilo e o Mar Vermelho. São por tradição pastores de ovelhas e se declaram descendentes do neto de Noé, Cuxe (filho de Cão) e se dividem em clãs. Os beja estão divididos em cinco tribos principais e muitas subtribos menores falando diversas línguas...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.estevam.org/wp-content/uploads/2007/06/beja.jpg" alt="Beja" align="right" />Numa região do planeta onde as culturas e idéias colidem, os Beja ainda são um desafio a ser alcançado.</p>
<p>A história do povo Beja remonta quase 4.000 anos quando se movimentavam através das regiões da Etiópia, Sudão e Eritréia. A fome e as guerras tem sido seus constantes companheiros. Os Beja são tão resistentes ao evangelho, que até 1998, tinha-se conhecimento de apenas um crente batizado nos últimos 1000 anos.</p>
<p><span id="more-13"></span><br />
Representam o maior grupo étnico não árabe entre o Rio Nilo e o Mar Vermelho. São por tradição pastores de ovelhas e se declaram descendentes do neto de Noé, Cuxe (filho de Cão) e se dividem em clãs. Os beja estão divididos em cinco tribos principais e muitas subtribos menores falando diversas línguas. São hospitaleiros geralmente demonstrando gentileza com as outras clãs, mas não são amigáveis com estrangeiros, às vezes se tornando distantes ariscos agressivos e prontos para guerrear.</p>
<p>Os bejas de forma geral não são muçulmanos devotos mas possuem um “islamismo popular” que é uma mistura da fé islâmica com suas crenças tradicionais. As orações da maioria do povo são rotineiras e quase sempre não são compreendidas nem por eles mesmos.</p>
<p>A Tradição Beja é mais antiga que sua religião. Eles ainda acreditam no djinn e realizam elaboradas cerimônias para celebrar o nascimento de um menino, onde as mães com o recém nascido são isolados por 40 dias, enquanto os Anciãos da tribo decidem o seu futuro.</p>
<p><strong>Outras Informações</strong></p>
<p>País: Etiópia<br />
Língua Falada (Nome Técnico em Inglês): Beja<br />
População deste Povo no País: 39,000<br />
População deste Povo no Mundo: 2,014,000<br />
Porcentagem de Cristãos deste Povo no País: 0%<br />
Número de Evangélicos deste Povo no País: 8<br />
Porcentagem de Evangélicos deste Povo no País: 0%</p>
<p><strong>Ore por :</strong></p>
<ul>
<li>Avivamento entre os Beja. Que o Espírito de Deus se mova entre o povo, revelando Jesus Cristo á eles.</li>
<li>Para que ministros do Evangelho sejam capazes de servir entre este povo.</li>
</ul>
<p><em><br />
Fonte<br />
Personal Daily Diary &#8211; YWAM Publishing,1998<br />
Movimento Adote Um Povo</em></p>
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		<title>Os birmaneses de Mianmar</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Jan 2004 05:07:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
				<category><![CDATA[Não Alcançados]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Birmania]]></category>
		<category><![CDATA[Mianmar]]></category>

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		<description><![CDATA[No Sudeste da Ásia, um reino antigo e próspero figura hoje entre os países menos desenvolvidos do mundo e ainda carentes de Salvação...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="chamada"><img src="http://www.estevam.org/wp-content/uploads/2007/06/burman.jpg" alt="Burman" align="right" />No Sudeste da Ásia, um reino antigo e próspero figura hoje entre os países menos desenvolvidos do mundo e ainda carentes de Salvação.</div>
<p>Esta região do planeta mais conhecida pelos países como Vietnã, Tailândia e Camboja, também inclui a Península Malay e as Ilhas da Indonésia. A grande maioria da população continental é Budista, e são controlados pelo comunismo. Já a Indonésia é predominantemente muçulmana. Esta área do globo ainda constitui-se num grande desafio para a Igreja, pela imensa variedade de grupos étnicos e idiomas, e muitas portas ainda fechadas.</p>
<p><span id="more-10"></span>Durante a II Guerra Mundial, entre 1942 e 1945, a Birmânia é ocupada pelos japoneses e se transforma em palco de violentos combates. O final da guerra dá alento a um forte movimento nacionalista, liderado pelo general Aung San, que havia participado da resistência à ocupação japonesa. Em 1948, o país se torna uma República independente. Movimentos separatistas eclodem em áreas remotas do nordeste do país, onde diversas minorias étnicas formam guerrilhas contra o governo. Um golpe militar, em 1962, leva ao poder o general U Ne Win, que governa ditatorialmente durante 26 anos, adotando um modelo econômico isolacionista e auto-suficiente, que mantém o país estagnado.</p>
<p>Em 1989 passou a ser conhecida como Mianmar depois de um golpe militar, que derrubou o ditador U Ne Win. Este mesmo país já foi conhecido como Reino de Sião. Antes uma nação próspera, hoje Mianmar carrega o triste <em>status</em> de ser uma das nações menos desenvolvidas do mundo.</p>
<p>Depois de ter as primeiras eleições livres em décadas, que foram vencidas pela Liga Nacional pela Democracia, um junta militar ignorou o resultado e prendeu sob regime domiciliar Aung San Suu Kyi &#8211; filha do general Aung San &#8211; a carismática mulher que lidera o partido pró-democracia. Em 1991 Aung San Suu Kyi foi a vencedora do Prêmio Nobel da Paz. Nesse ano e em 1992, os combates e a repressão às guerrilhas étnicas resultam no êxodo de milhares de pessoas para Índia, China e Tailândia.</p>
<p>O país é também um dos maiores produtores mundiais da droga, e responsável por boa parte da heroína e ópio consumidos no mundo fazendo parte do &#8220;triângulo da heroína&#8221;, uma área de acesso difícil, pobre, habitada por etnias em permanente estado de rebelião, sem controle governamental, fronteiras pouco vigiadas e o clima propício ao cultivo da papoula. Esses ingredientes explicam por que o chamado Triângulo Dourado &#8211; região montanhosa que inclui territórios da Tailândia, do Laos e, principalmente, os Estados de Shan e Kayah.</p>
<p>Mianmar é 87% budista. Entretanto, apesar de missionários não serem autorizados a entrar no país desde a década de 60, existe lá uma igreja forte, e 5,7% da população afirma ser cristã. Estima-se haver um milhão de templos budistas em Mianmar.</p>
<p>Ore por :</p>
<ul>
<li>A revelação de JESUS como resposta ao anseio budista por &#8220;iluminação&#8221;;</li>
<li>Coragem e proteção para a igreja perseguida; especialmente entre os Karen e Kachin, grupos de povos minoritários.</li>
</ul>
<div class="“texto”"><em>-Fontes : Ywam Personal Prayer Diary, Almanaque Abril, Missão Permanente da ONU em Mianmar</em></div>
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		<title>Os Balineses de Bali</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Jan 2004 18:52:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
				<category><![CDATA[Não Alcançados]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bali]]></category>
		<category><![CDATA[Hinduismo]]></category>
		<category><![CDATA[Povos]]></category>

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		<description><![CDATA[Os Balineses são hindus cujos ancestrais chegaram a Java no século XV durante a expansão muçulmana. Com o passar dos anos seu Hinduísmo foi absorvendo algumas das práticas animistas locais, marcando o calendário de 210 dias com rituais religiosos quase diários...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.estevam.org/wp-content/uploads/2007/06/balinese.jpg" alt="balinese" align="right" />Nas proximidades da ilha de Java, antigos Hindus ainda não conhecem a Jesus.</p>
<p>Mais de 400.000 turistas visitam anualmente a pequena ilha de Bali, situado num pequeno estreito nas proximidades de Java.<br />
Nesta ilha um amável grupo de pessoas que aprenderam a temer o mar, tentam encontrar paz e segurança entre as montanhas e vulcões da região.</p>
<p><span id="more-15"></span>Os Balineses são hindus cujos ancestrais chegaram a Java no século XV durante a expansão muçulmana. Com o passar dos anos seu Hinduísmo foi absorvendo algumas das práticas animistas locais, marcando o calendário de 210 dias com rituais religiosos quase diários.<br />
Muitos crêem que o Vulcão Gunung Agungy seja o local de começo e fim da vida. Eles afirmam que os espíritos dos mortos vivem dentro da montanha.</p>
<p>A influência dos turistas trazendo a cultura moderna, tem aos poucos começado a diluir a estrutura religiosa do povo. Quem sabe esta venha a ser um oportunidade para uma mudança realmente radical ?</p>
<p><strong>Ore por :</strong></p>
<ul>
<li>Equipes de evangelismo e implantação de Igrejas, que possam encontrar raízes entre os Balineses</li>
<li>Um profundo desejo de conhecimento da verdade por parte do povo</li>
</ul>
<p><em><br />
Fonte : Personal Prayer Diary, YWAM Publishing. </em></p>
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