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	<title>Jocumeiros</title>
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	<description>Nossa Familia em Missões</description>
	<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 14:28:44 +0000</pubDate>
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			<title>Jocumeiros</title>
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		<title>The Book is on the table</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jan 2008 19:18:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Não Alcançados]]></category>

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		<category><![CDATA[Missões]]></category>
<category>De outros</category><category>Missões</category><category>Não Alcançados</category>
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		<description><![CDATA[O The Economist publicou em 19 de dezembro passado um interessante artigo intitulado &#8220;The Bible v the Koran - The battle of the books&#8221; onde trata da batalha no mercado editorial que envolve os livros sagrados dos dois maiores blocos religiosos do mundo, e de como as ferramentas de marketing usadas nesta peleja revelam os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>O The Economist publicou em 19 de dezembro passado um interessante artigo intitulado &#8220;<a href="http://economist.com/world/international/displaystory.cfm?story_id=10311317" title="The Economist" target="_blank" class="snap_shots">The Bible v the Koran - The battle of the books</a>&#8221; onde trata da batalha no mercado editorial que envolve os livros sagrados dos dois maiores blocos religiosos do mundo, e de como as ferramentas de marketing usadas nesta peleja revelam os traços da cosmovisão de cada um destes blocos. Publico aqui uma síntese de parte do artigo misturada aos meus comentários. Sugiro que, se você puder, também leia o artigo original.</div>
<div><p><strong>Cerca de 100 milhões de exemplares da Bíblias são vendidos todos os anos.</strong> Apenas os Gideões Internacionais distribuem gratuitamente um exemplar a cada segundo. Ela está disponível (integral ou parcialmente) em mais de 2.426 idiomas. Contudo muitos cristãos não a conhecem, não lêem nem estudam o seu conteúdo. Tristemente, a Bíblia no mundo cristianizado cada vez mais ocupa menos espaço, tornando-se um amuleto, como um pé de coelho, ou um ramo de arruda.</div>
<div><p>Em contra partida, no mundo Islâmico, o Corão é o livro mais lido e recitado, sendo a espinha dorsal do modelo muçulmano de educação. As crianças aprendem a ler com o livro. Na sociedade islâmica memorizar todo o livro sagrado é um feito de grande honra, e no Irã, aquele que o faz, recebe automaticamente um diploma universitário.</p></div>
<div><p>Tanto a Bíblia quanto o Corão tornaram-se livros globais. Em 1900 80% da população cristã do mundo vivia na Europa e Estados Unidos. Hoje 60% vive nos países em desenvolvimento. Mais presbiterianos vão a igreja em Gana do que na Escócia, berço do presbitarianismo.</p></div>
<div><p>Em 1900, o Islamismo estava concentrado no mundo árabe e sudoeste da Ásia. Hoje na Inglaterra talvez exista um número de Muçulmanos igual ou bem próximo ao de Anglicanos. Contudo é fato que grande parte deste crescimento deve-se não apenas a conversão mas a explosão demográfica e imigração. A média de natalidade por família na europa cristã é cada dia menor, o que é exatamente oposto entre os seguidores do profeta. Já até ouvi alguém afirmar que, <em>se nada mudar, em 50 anos a Europa será novamente um continente muçulmano.<br />
</em></div>
<div><p><strong>Hoje o país que mais envia missionários cristãos é a Coréia do Sul, seguida bem de perto pelo Brasil e Estados Unidos.</strong> As maiores casas publicadoras cristãs estão no Brasil e na Coréia. E uma rede interligada de 140 sociedades publicadoras internacionais trabalham para alcançar o alvo de colocar uma Bíblia nas mãos de cada homem, mulher e criança do mundo. Só a <a href="http://www.bibles.com/" title="American Bible Society" target="_blank" class="snap_shots">American Bible Society</a>, já publicou mais de 50 milhões na China Comunista.</div>
<div><p>Por outro lado o óleo saudita esta causando uma super mudança na distribuição do Corão. O país distribui cerca de 30 milhões de exemplares por ano, em mesquitas, sociedades islâmicas e até mesmo em embaixadas.</p></div>
<div><p>A tecnologia é a grande aliada de ambos. Hoje é possível consultar ambos os livros na internet, pda e celular. Você pode ouvir textos em Mp3 e sintonizar numa rádio cristã ou numa emissora muçulmana. Existem algumas que não transmitem outra coisa senão o Corão. Sobre a presença de cristãos na tv eu não preciso falar. Pouco a pouco o mundo muçulmano também está descobrindo a mídia no mundo ocidental, através de canais de tv a cabo, e transmissões pela internet.</p></div>
<div></div>
<div><p>Muçulmanos preferem ler o Corão em árabe, a língua falada pelo profeta. Apenas 20% destes tem o árabe como língua materna, e os índices de analfabetismo são muito altos no mundo islâmico. Muito embora algumas  traduções em pelo menos 20 idiomas sejam hoje toleradas, não são apreciadas pelos seus seguidores. O que fatalmente acontece pela união destes fatores é que um grande número dos alunos acaba por fim não entendendo o que está memorizando.</p></div>
<div><p>Já a Bíblia pode ser encontrada em milhares de traduções e versões. Só para o Inglês são quase 900, que vão do eloqüente tradicional ao coloquial. No português, temos as versões de Almeida, RA, RC, Fiel, BLH, NVI, Viva e tantas outras, algumas até <a href="http://www.baptistlink.com/creationists/blh.htm">demonizadas</a> por alguns grupos. Idiomas como <em>Inupiat</em> e <em>Gulla</em> que são falados apenas por um punhado de pessoas já possúem a sua tradução. E um grupo de <em>Geeks</em> digamos, excêntricos, preocupou-se em traduzir até para <a href="http://klv.mrklingon.org/" target="_blank"><em>Klingon</em></a>, aquele idioma falado por alienígenas em <em>Jornada nas Estrelas</em>. Existem Bíblias para todos os gostos: Bíblia de Estudo,  de Estudo exaustivo, de Missões, da Mulher, Teen, da Criança, do Bebê, do Ministro, e até de Prosperidade Financeira.</div>
<div><p>A grande batalha, contudo, consiste em fazer-se entender a mensagem, pois obviamente não basta ter ou ler o livro. Uma pesquisa do Instituto <em>Gallup</em> nos Estados Unidos, atestou que menos da metade dos americanos cristãos sabem o nome do primeiro livro da Bíblia (Genesis), apenas um terço sabe quem pregou o Sermão do Monte (muita gente responde que foi Billy Graham) e um quarto desconhece que importante acontecimento celebra-se na páscoa. 60% por cento não sabem a metade dos 10 mandamentos, 12% por cento pensam que Noé era casado com Joana D´Ark (!). Agora, pra ser honesto eu tenho medo de ver os resultados de uma pesquisa destas em terras brasileiras.</div>
<div></div>
<div><p><strong>Por fim, acredito que não é a presença dos livros da religião que mudam uma sociedade,</strong> mas sim a leitura que esta socidade faz destes livros e a resposta que dá a esta leitura.  Mas perceba que aqui estou falando de mudança. Qualquer uma, de qualquer coisa para qualquer coisa. Mudar não significa aperfeiçoar, e algumas vezes é possível mudar para pior.</div>
<div><p>Respeito, os leitores muçulmanos que pensam diferente, mas acredito que a Bíblia ao contrário dos outros livros,  possui a resposta aos dilemas desta era, e não apenas esta mas todas. A verdade revelada neste livro, e esta verdade tem um nome, é suficiente para devolver o homem ao seu lugar de origem, a sua verdadeira identidade, ao seu propósito inicial. Isto faz com que  a existência humana ganhe sentido, e mude, mas para melhor. A Verdade não é uma energia, um chá, uma experiência ou um livro. <strong>A verdade é uma pessoa</strong>, que deseja relacionar-se com você pessoalmente.  <strong>Jesus Cristo é a verdade.</strong></div>
<div></div>
<div><p>Abraços,</p></div>
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		<title>Que Perdão é este?</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Dec 2007 18:31:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Não Alcançados]]></category>
<category>Direitos Humanos</category><category>Islamismo</category><category>Missões</category><category>Não Alcançados</category><category>Povos Não Alcançados</category>
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		<description><![CDATA[Hoje o Rei Abdulla, da Arábia Saudita, concedeu perdão á jovem xiita de 19 anos que depois ter sido violentada por 7 homens foi condenada a 200 chibatadas e seis meses de reclusão. A condenação se deu porque no momento em que foi atacada a jovem estava num carro acompanhada por outro homem que não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Hoje o Rei Abdulla, da Arábia Saudita, concedeu perdão á jovem xiita de 19 anos que depois ter sido violentada por 7 homens foi condenada a 200 chibatadas e seis meses de reclusão. A condenação se deu porque no momento em que foi atacada a jovem estava num carro acompanhada por outro homem que não era de sua família. Isto é proibido no país.</div>
<div><p>O caso teve repercussão internacional. Varios organismos de defesa dos direitos humanos pediram que o rei mudasse a sentença. Contudo segundo o ministro da justiça, a intervenção do Rei não significa que este tenha considerado a condenação injusta. A matéria na íntegra pode ser lida <a href="http://www.estadao.com.br/geral/not_ger97280,0.htm" target="_blank">aqui.</a></div>
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		<title>O que é o Ramadan?</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Nov 2007 13:05:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Arquivo]]></category>

		<category><![CDATA[Não Alcançados]]></category>
<category>Arquivo</category><category>Islamismo</category><category>Maomé</category><category>Missões</category><category>Não Alcançados</category><category>Ramadan</category>
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		<description><![CDATA[Como um dos cinco pilares do Islamismo, o jejum de Ramadan tem uma posição especial na vida religiosa muçulmana.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><em> &#8220;Atyab at-tihani bimunasabat hulul shahru Ramadan al-Mubarak. (Árabe)<br />
&#8220;As mais preciosas congratulações por ocasião da vinda do Ramadan.&#8221; Cumprimento muçulmano.</em></p></blockquote>
<p>Ramadan é um mês especial para mais de um bilhão de muçulmanos por todo mundo. É um período para reflexão, devoção a Alá, e auto-controle. Do nascer do sol ao ocaso, cada dia, por 30 dias eles se abstem de comida, bebida, fumo e sexo. A tradição também ordena abstenção de calúnias e fofocas, de usar perfume e até mesmo de ficar irritado ou olhar para alguma coisa ilegal.</p>
<p>O nome Ramadan é derivado da palavra de orígem árabe <em>ramida</em> ou <em>ar-ramad</em>, que denota um calor causticante, aridez, especialmente no solo. Da mesma raiz vem <em>ramdaa</em>, que significa &#8220;<em>areia cozida pelo sol</em>&#8221; como no famoso provérbio : &#8220;<em>Kal Mustajeer minar ramadaa binnar</em>&#8221; - &#8220;<em>saltar da frigideira para o fogo</em>&#8220;. Alguns dizem que é assim chamado porque Ramadan incinera os pecados com as boas obras como o sol queima o solo.</p>
<p>O jejum voluntário é uma recomendação feita aos muçulmanos, mas durante o Ramadan tornou-se uma obrigação. Como o quarto pilar da fé, o Ramadan é provavelmente a mais amplamente praticada de todas as formas muçulmanas de adoração. Todos os muçulmanos que sejam saudáveis e já alcançaram a puberdade são obrigados a jejuar. Para cada dia negligenciado, ou que não possa ser observado devido a doença, viagem, gravidez ou ciclo menstrual , o muçulmano é obrigado a compensar, seja fazendo um outro dia, ou alimentando os pobres. Algumas vezes os ricos pagam para outros jejuarem em seu lugar. Os velhos que estejam fracos ou doentes e aqueles portadores de doença mental não são obrigados a jejuar.</p>
<p>Uma refeição (<em>sahur</em>) é compartilhada na madrugada de preferência o mais perto do amanhecer, e, de igual modo, depois do pôr do sol (<em>iftar</em>), na quebra do jejum. A oração é feita minutos após o ocaso. Por causa do aspecto de que o Ramadan enfatiza aspectos comunitários, é comum entre os muçulmanos tomar o <em>iftar</em> juntos na mesquita da vizinhança e convidar amigos, parentes e vizinhos para as festas do <em>Iftar</em> que acabam tornando-se grandes banquetes.</p>
<p>Durante o Ramadan os muçulmanos são conclamados a fazer orações especiais à noite, chamadas <em>tarawih</em>. Consiste numa seqüência de vinte orações, geralmente feita coletivamente com o recitar do Alcorão completo o mês todo. Os últimos dez dias são considerados os mais importantes especialmente na vigésima sétima noite, <em>Laylat al-Qadr</em> - Noite do Poder ou das Revelações, durante a qual segundo a tradição, ocorreu a primeira revelação do Alcorão a Maomé. Para muitos muçulmanos devotos este período é marcado por uma intensidade espiritual elevada, e eles passam estas noites orando e recitando o Alcorão.</p>
<p>O Ramadan é o nono mês do calendário lunar muçulmano. O começo do mês é baseado numa combinação de observações da lua, e cálculos astronômicos. A prática varia de local para local, de modo que alguns povos baseiam-se totalmente nas observações e outros nos cálculos. O calendário islâmico, sendo onze ou doze dias a menos que o gregoriano, migra entre as estações. O ciclo completo leva em torno de 35 anos. Em 2007 o Ramadan teve inicio no dia 13 de Agosto indo até o dia 12 de setembro.</p>
<p>O final do Ramadan são três dias de celebração, chamado <em>Eid-ul-Fitr</em>, Festival da Quebra do Jejum.</p>
<p>Todos os anos intercedemos pelos povos muçulmanos ao redor do mundo durante a campanha de  31 dias de oração pelo mundo Muçulmano. No Brasil, a Jocum coordena a campanha através do Projeto Ismael no Rio de Janeiro. Um manual pode ser adquirido, contendo informações e dados para quem deseja saber especificamente sobe o que orar. Basta escrever para <a href="mailto:projetoismael@jocumrio.org.br" title="Projeto Ismael" target="_blank">projetoismael@jocumrio.org.br</a>.<br />
<strong>Bibligrafia </strong><br />
<em>30 Days Muslim Prayer Focus, 2000 Australia </em></p>
<blockquote></blockquote>
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		<title>O Profeta do Islam</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Nov 2007 12:52:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Arquivo]]></category>

		<category><![CDATA[Não Alcançados]]></category>
<category>Arquivo</category><category>Islamismo</category><category>Maomé</category><category>Missões</category><category>Não Alcançados</category>
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		<description><![CDATA[Quem foi Maomé ? O que se sabe sobre o fundador de um dos maiores blocos religiosos do mundo ?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao contrário do que se imagina, nem todo árabe é muçulmano. De fato, apenas 18% dos Muçulmanos são árabes dentre a estimativa de um bilhão e duzentos milhões de pessoas.</p>
<p>A palavra &#8220;Islam&#8221; significa simplesmente submissão a Deus, e &#8220;muçulmano&#8221; ou submisso é aquele que segue as leis do Islamismo. A revelação do Islamismo foi dada a Maomé, e este é reverenciado pelos muçulmanos como o maior dentre todos os profetas. De fato &#8220;Maomé&#8221; não é apenas um nome, mas um título que significa &#8220;O louvado&#8221; ou ainda &#8220;digno de louvor&#8221;.</p>
<p>Os árabes são de origem semita. Identificados como descendentes de Ismael, filho de Abraão e Agar, não tinham unidade política. Viviam em tribos independentes, governadas por Xeques. Cada tribo tinha o seu próprio deus, ao qual se rendia culto num santuário comum, a Ka&#8217;aba, existente em Meca. Na Ka&#8217;aba encontravam-se 360 ídolos. O mais importante era a &#8220;pedra negra&#8221; um tipo de meteorito adorado pelas tribos. Além disto haviam mais de 124.000 profetas conhecidos na época.</p>
<p>Acredita-se que Maomé nasceu no ano 570 d.C. em Meca, uma cidade da atual Arábia Saudita. Seu pai, que morreu antes do seu nascimento, era membro do clã Hashim da poderosa tribo Quraysh. A mãe de Maomé, Amina, morreu quando ele tinha apenas 06 anos. Ele foi morar então com o seu avô, que era o guardião da Ka&#8217;aba, templo nacional do povo árabe. Infelizmente, dois anos mais tarde seu avô também morreu, e desde a idade de 08 anos, Maomé passou a ser criado por seu tio, Abu Talib, que era um negociante junto às grandes rotas de comércio em camelos.</p>
<p>Passou grande parte da juventude num tempo de agitação econômica e descontentamento concernente a vasta diferença entre os ricos e os pobres. Historiadores muçulmanos afirmam que mesmo quando menino, &#8220;Maomé já detestava a adoração a ídolos, e que levava uma vida moralmente pura&#8221;.</p>
<p>Maomé foi empregado por Khadija, uma viúva rica, para administrar a caravana mercante. Ficou conhecido como &#8220;Al-Amin&#8221;, o &#8220;Digno de Confiança&#8221;, e foi proeminente membro da associação mercante de Meca. Aos 25 anos casou-se com Khadija, com quem teve 6 filhos - todos mortos, exceto a filha caçula, Fátima. Maomé e Khadija foram casados durante 25 anos. Mais tarde depois da morte de Khadija, Maomé adotou a poligamia, casando-se com várias mulheres.</p>
<p>Aos 40 anos, ficou muito preocupado com a situação de seus compatriotas e gastou muito de seu tempo em meditação sobre assuntos religiosos. Durante sua vida Maomé conheceu muitos cristãos, sacerdotes e judeus. Muitas vezes buscou conselho de um monge jacobino que lhe ensinou vários aspectos dos costumes religiosos judaicos.</p>
<p>Durante o mês de Ramadan, que é o nono mês no calendário lunar muçulmano, Maomé retirava-se para uma caverna na encosta do Monte Hira, a aproximadamente 5 kilômetros de Meca. A tradição afirma que durante uma destas ocasiões que ele começou a receber revelações e instruções que acreditava serem do &#8220;arcanjo Gabriel&#8221;. Estes escritos formam a base do Alcorão (do árabe &#8220;al-Quram&#8221; = &#8220;o recitativo&#8221; ou &#8220;o discurso&#8221;). Foi em Meca ele começou a ensinar a nova religião mas fugiu de lá para Medina em 622, quando soube que a tribo Quraysh planejava acabar com a sua vida. O calendário muçulmano inicia no dia desta fuga, conhecida como Hijra (hégira).</p>
<p>Nessa altura o Islam afirmou-se não só como religião, mas também como comunidade organizada, muito embora o próprio Maomé afirmasse que o que ele pregava não era uma nova religião, mas a continuação da revelação que Deus tinha dado aos profetas do Antigo Testamento e a Jesus (que não considerava Filho de Deus, mas um grande profeta que devia ser obedecido).<br />
Maomé estabeleceu a constituição Medinense e instituiu o dogma da guerra santa. A idéia da &#8220;Jihad&#8221; surgiu quando Maomé se encontrava em Medina, depois da fuga de Meca. O profeta precisava de se defender dos habitantes de Meca e para isso precisava de organizar um exército, algo que exigia dinheiro.<br />
Mais tarde Maomé entrou triunfante em Meca. Destruiu os ídolos de pedra com excepção da &#8220;pedra negra&#8221;. Deu depois inicio à sua obra política. As tribos do deserto converteram-se ao credo de Alá unificando e consolidando o novo modelo de religião-estado.</p>
<p>Além do Alcorão, há o livro de Hadiths. O Hadiths compreende os ensinos de Maomé, e é tão importante quanto o Alcorão em todas as áreas da vida do muçulmano.</p>
<p>Maomé declarou que o Alcorão era a revelação final e superior do único e supremo Deus. Ele baniu a adoração aos ídolos e ensinou que a vida do muçulmano deve ser completamente submissa a Alá (Deus, em árabe), com abluções rituais antes das cinco vezes diárias de oração em direção a Meca. Sexta-feira foi o dia estabelecido para adoração coletiva na Mesquita, o templo muçulmano.<br />
Maomé morreu em 632 d.C. em Medina na Arábia Saudita, onde se encontram seus restos mortais&#8230;</p>
<p><strong>Bibliografia : </strong><br />
<em>Manual de Intercessão Pelo Mundo Muçulmano, PráMídia Publicações. 1998 </em></p>
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		<title>Que são Povos Não Alcançados ?</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Feb 2004 05:21:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Arquivo]]></category>

		<category><![CDATA[Não Alcançados]]></category>
<category>Arquivo</category><category>Missões</category><category>Não Alcançados</category><category>Povos Não Alcançados</category>
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		<description><![CDATA[Um povo é um grupo significativamente grande de indivíduos que entendem ter uma afinidade comum uns pelos outros. Eles compartilham a mesma linguagem, religião, etnia, localidade, ocupação, ou mesmo um combinado disto. Um povo tem um nome é apto para ocupar um local. Mas quem são estes ? Onde estão ? e porque continuam não alcançados ?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://www.estevam.org/wp-content/uploads/2007/06/povosdest.jpg" alt="Gravura" align="left" /><em>Quem são estes ? Onde estão ? e porque continuam não alcançados ?</em></div>
<p>Um povo é um grupo significativamente grande de indivíduos que entendem ter uma afinidade comum uns pelos outros. Eles compartilham a mesma linguagem, religião, etnia, localidade, ocupação, ou mesmo um combinado disto. Um povo tem um nome é apto para ocupar um local.</p>
<p>O termo <strong>Não Alcançado</strong> ou <strong>Não Evangelizado</strong> surgiu para definir um grupo de indivíduos no qual não há uma comunidade nativa de crentes (cristãos) capazes de evangeliza-lo. Muitos destes grupos não tem conhecimento de quem é Deus. Não conhecem a Jesus, seu filho e desconhecem a necessidade de salvação. Alguns destes grupos não tem sequer uma estrutura de linguagem escrita formada, não lêem nem escrevem em seus próprios idiomas. Já outros possuem uma bem dividida estrutura social, dominam a escrita e possuem uma forte e milenar estrutura religiosa.</p>
<p><strong> O que se requer para evangelizar estes grupo de povos não alcançados ?</strong></p>
<p> <a href="http://www.estevam.org/news/que-sao-povos-nao-alcancados/#more-11" class="more-link">(more&#8230;)</a></p>
<a href="javascript:toggleStartStop();PicLensLite.start({feedUrl:'http://www.estevam.org/wp-content/plugins/wp-piclens/mrss.php?id=11'});">Start Slide Show with PicLens Lite <img src="http://www.estevam.org/wp-content/plugins/wp-piclens/PicLensButton.png" alt="PicLens" width="16" height="12" border="0" align="top"></a>]]></content:encoded>
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		<title>Os Beja da Etiópia</title>
		<link>http://www.estevam.org/news/beja/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Feb 2004 18:31:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Representam o maior grupo étnico não árabe entre o Rio Nilo e o Mar Vermelho. São por tradição pastores de ovelhas e se declaram descendentes do neto de Noé, Cuxe (filho de Cão) e se dividem em clãs. Os beja estão divididos em cinco tribos principais e muitas subtribos menores falando diversas línguas...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.estevam.org/wp-content/uploads/2007/06/beja.jpg" alt="Beja" align="right" />Numa região do planeta onde as culturas e idéias colidem, os Beja ainda são um desafio a ser alcançado.</p>
<p>A história do povo Beja remonta quase 4.000 anos quando se movimentavam através das regiões da Etiópia, Sudão e Eritréia. A fome e as guerras tem sido seus constantes companheiros. Os Beja são tão resistentes ao evangelho, que até 1998, tinha-se conhecimento de apenas um crente batizado nos últimos 1000 anos.</p>
<p> <a href="http://www.estevam.org/news/beja/#more-13" class="more-link">(more&#8230;)</a></p>
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		<title>Os birmaneses de Mianmar</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Jan 2004 05:07:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Arquivo]]></category>

		<category><![CDATA[Não Alcançados]]></category>

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		<description><![CDATA[No Sudeste da Ásia, um reino antigo e próspero figura hoje entre os países menos desenvolvidos do mundo e ainda carentes de Salvação...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="chamada"><img src="http://www.estevam.org/wp-content/uploads/2007/06/burman.jpg" alt="Burman" align="right" />No Sudeste da Ásia, um reino antigo e próspero figura hoje entre os países menos desenvolvidos do mundo e ainda carentes de Salvação.</div>
<p>Esta região do planeta mais conhecida pelos países como Vietnã, Tailândia e Camboja, também inclui a Península Malay e as Ilhas da Indonésia. A grande maioria da população continental é Budista, e são controlados pelo comunismo. Já a Indonésia é predominantemente muçulmana. Esta área do globo ainda constitui-se num grande desafio para a Igreja, pela imensa variedade de grupos étnicos e idiomas, e muitas portas ainda fechadas.</p>
<p> <a href="http://www.estevam.org/news/os-birmaneses-de-mianmar/#more-10" class="more-link">(more&#8230;)</a></p>
<a href="javascript:toggleStartStop();PicLensLite.start({feedUrl:'http://www.estevam.org/wp-content/plugins/wp-piclens/mrss.php?id=10'});">Start Slide Show with PicLens Lite <img src="http://www.estevam.org/wp-content/plugins/wp-piclens/PicLensButton.png" alt="PicLens" width="16" height="12" border="0" align="top"></a>]]></content:encoded>
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		<title>Os Balineses de Bali</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Jan 2004 18:52:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Arquivo]]></category>

		<category><![CDATA[Não Alcançados]]></category>

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		<description><![CDATA[Os Balineses são hindus cujos ancestrais chegaram a Java no século XV durante a expansão muçulmana. Com o passar dos anos seu Hinduísmo foi absorvendo algumas das práticas animistas locais, marcando o calendário de 210 dias com rituais religiosos quase diários...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.estevam.org/wp-content/uploads/2007/06/balinese.jpg" alt="balinese" align="right" />Nas proximidades da ilha de Java, antigos Hindus ainda não conhecem a Jesus.</p>
<p>Mais de 400.000 turistas visitam anualmente a pequena ilha de Bali, situado num pequeno estreito nas proximidades de Java.<br />
Nesta ilha um amável grupo de pessoas que aprenderam a temer o mar, tentam encontrar paz e segurança entre as montanhas e vulcões da região.</p>
<p> <a href="http://www.estevam.org/news/os-balineses-de-bali/#more-15" class="more-link">(more&#8230;)</a></p>
<a href="javascript:toggleStartStop();PicLensLite.start({feedUrl:'http://www.estevam.org/wp-content/plugins/wp-piclens/mrss.php?id=15'});">Start Slide Show with PicLens Lite <img src="http://www.estevam.org/wp-content/plugins/wp-piclens/PicLensButton.png" alt="PicLens" width="16" height="12" border="0" align="top"></a>]]></content:encoded>
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		<title>Dalit, Harijan</title>
		<link>http://www.estevam.org/nao-alcancados/dalit-harijan/</link>
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		<pubDate>Sun, 18 Jan 2004 18:57:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Não Alcançados]]></category>
<category>Castas</category><category>Dalit</category><category>Ghandi</category><category>Hinduismo</category><category>Missões</category><category>Não Alcançados</category>
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		<description><![CDATA[Qual a realidade por trás do sistema de castas indiano ? O que torna uns puros e outros impuros ? Uma radiografia deste milenar regime social e religioso...
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.human-rights-and-christian-persecution.org/Tears-of-the-Oppressed.html" target="_blank" rel="attachment wp-att-22" title="Dalit"><img src="http://www.estevam.org/wp-content/uploads/2007/06/dalit-woman.jpg" title="Mulher Dalit" alt="Mulher Dalit" align="left" height="151" hspace="5" vspace="0" width="237" /></a>Algumas pessoas nunca ouviram a expressão <strong>Dalit</strong>. Menos ainda conhecem a palavra <strong>Harijan</strong>. Esta última significa &#8220;povo de deus&#8221;, e não foi &#8220;criada&#8221; por um cristão. É o nome que o estadista indiano Ghandi escolheu para determinar um grupo de 160 milhões de pessoas na populosa Índia : os intocáveis. Apesar de abolido oficialmente desde 1950, linchamentos de intocáveis, ou dalits - oprimidos - como eles preferem se denominar, pois achar que harijan é uma palavra que traz uma conotação de pena - continuam a acontecer até hoje.</p>
<p>Há quem defenda o sistema de castas da religião Hindu, alegando razões culturais, políticas e sobretudo econômicas, para a manutenção do sistema. Algum tempo atrás uma polêmica discussão tomou lugar na internet entre algumas agências missionárias e um site mantido por um cristão. Num boletim de oração a agência compartilhava sobre infanticídios que ainda ocorrem nestas isoladas localidades do mundo, sob a cobertura de sacrifício religioso. O pedido de oração foi traduzido para vários idiomas, inclusive o português por vários missionários ao redor do mundo. O site mantido pelo irmão iniciou uma cruzada de averiguação da verdade, afirmando que tais práticas não acontecem mais em nossos dias, e inclusive, relatando à embaixada Indiana o conteúdo dos boletins de oração. A embaixada, claro, negou todos os fatos.</p>
<p> <a href="http://www.estevam.org/nao-alcancados/dalit-harijan/#more-16" class="more-link">(more&#8230;)</a></p>
<a href="javascript:toggleStartStop();PicLensLite.start({feedUrl:'http://www.estevam.org/wp-content/plugins/wp-piclens/mrss.php?id=16'});">Start Slide Show with PicLens Lite <img src="http://www.estevam.org/wp-content/plugins/wp-piclens/PicLensButton.png" alt="PicLens" width="16" height="12" border="0" align="top"></a>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Os Atuenses do Tibet</title>
		<link>http://www.estevam.org/news/atuense/</link>
		<comments>http://www.estevam.org/news/atuense/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2004 19:11:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Arquivo]]></category>

		<category><![CDATA[Não Alcançados]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.estevam.org/2004/01/05/atuense/</guid>
		<description><![CDATA[A maior parte dos Atuence nunca ouviu o nome de Jesus. É desconhecida a intenção de abrir uma igreja naquela área. Continua sendo impossível para a comunidade cristã mais próxima enviar equipes que levem as boas-novas aos Atuence...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.estevam.org/wp-content/uploads/2007/06/tibetan.jpg" alt="Tibetan" align="right" />Nas frias e belas montanhas situadas no norte da província Yunnan, na fronteira com o Tibet, vivem mais de meio milhão de Tibetanos que falam a língua Atuence.</p>
<p>Antes da invasão comunista, o povo Atuence ocupava o Tibete, mas após a divisão geográfica, a cidade de Zhongdian, onde vive a maior parte dos Atuence, passou a ocupar o extremo norte da província Yunnan.</p>
<p>A cidade de Zhongdian foi oficialmente aberta a estrangeiros em Dezembro de 1992, mas poucos se aventuraram até lá. Não obstante estar situada a apenas 198 Km a noroeste de Lijiang, a duração da viagem, de ônibus, é de 8 árduas horas. O percurso pelas montanhas é desafiador: de um lado, um precipício e do outro, um violento rio. Durante a época das chuvas, muitas vezes é preciso fechar a estrada durante semanas devido à avalanches e desabamentos.</p>
<p>O povo Atuence se identifica como “Tibetano”. O nome “Atuence” se refere à língua falada, que os demais povos não consegue compreender. No norte de Zhongdian está situado o Mosteiro Jietang Songlin, o maior da província Yunnan, com centenas de monges.</p>
<p>No entanto, no passado, Deus agiu entre os Atuence. Em 1993, alguns missionários alugaram um jeep e viajaram até a fronteira com o Tibete. Após horas de viagem, eles se depararam com uma Catedral Européia situada num verdejante vale. Três vilas tibetanas situadas na fronteira, mas do lado do Tibet, e no Município de Weixi Lisu, em Yunnan, são católicas. Um padre chinês, já de idade, que havia dedicado a maior parte da sua vida a pastorear os Tibetanos, contou como aquela área havia se convertido, quando alguns missionários católicos franceses lá estiveram, no final do Século IXX. Os missionários construíram a Catedral antes de serem forçados a deixar o Tibete.</p>
<p>Não sabemos ao certo se os Tibetanos católicos são “nascidos de novo”, mas existem sinais de uma forte devoção. Durante décadas, essas vilas se recusaram a celebrar os feriados e festas religiosas tibetanas, preferindo celebrar a Páscoa e o Natal. As práticas Lamaístas foram abandonadas e toda espécie de idolatria proibida. Eles adotaram alguns aspectos da cultura Tibetana nos cultos, sem violar os princípios bíblicos. Uma vez que a maior parte da população é analfabeta, eles conservam as histórias bíblicas em gravuras.</p>
<p>Louvamos a Deus pela vida dos primeiros missionários que levaram o Evangelho a regiões tão distantes, sem qualquer recompensa!</p>
<p>No entanto, a maior parte dos Atuence nunca ouviu o nome de Jesus. É desconhecida a intenção de abrir uma igreja naquela área. Continua sendo impossível para a comunidade cristã mais próxima enviar equipes que levem as boas-novas aos Atuence.</p>
<p><strong>Ore :</strong></p>
<ul>
<li>Para que o Evangelho alcance todo o povo Atuence.</li>
<li>Para que as pequenas vilas católicas brilhem a luz de Cristo.</li>
<li>Por intercessores e evangelistas para que o povo Atuence seja alcançado.</li>
</ul>
<p>População: 590.000<br />
Cristãos: 300<br />
Religião: Lamaísmo<br />
Língua: Sino-Tibetana<br />
Dialetos: 0<br />
96% Nunca ouviram o Evangelho ou o nome de Jesus<br />
4% Foram evangelizados mas não se converteram</p>
<p><strong>Fonte</strong> :<br />
<em>Personal Daily Diary - YWAM Publishing</em></p>
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