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	<title>Jocumeiros &#187; Missões</title>
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		<title>Muçulmanos podem chegar a 2.2 b em 2030</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Jan 2011 10:45:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um recente estudo apontou que a população muçulmana global pode chegar a 2.2 bilhões de pessoas em 2030. Hoje estima-se que este grupo seja formado por 1.6 bilhão de pessoas.
A pesquisa feita pelo Pew Research Center&#8217;s Forum on Religion and Public Life em Washington aponta com estes números um crescimento de 35% nos próximos 20 anos com o Paquistão tornando-se a maior nação Islamica do mundo, posição hoje ocupada pela Indonésia.
Segundo estas projeções demográficas, em 2030 muçulmanos chegariam a 26,4% do total da população mundial, prevista para 8,3 bilhões.
O Instituto ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um recente estudo apontou que a população muçulmana global pode chegar a 2.2 bilhões de pessoas em 2030. Hoje estima-se que este grupo seja formado por 1.6 bilhão de pessoas.</p>
<p>A pesquisa feita pelo Pew Research Center&#8217;s Forum on Religion and Public Life em Washington aponta com estes números um crescimento de 35% nos próximos 20 anos com o Paquistão tornando-se a maior nação Islamica do mundo, posição hoje ocupada pela Indonésia.</p>
<p>Segundo estas projeções demográficas, em 2030 muçulmanos chegariam a 26,4% do total da população mundial, prevista para 8,3 bilhões.</p>
<p>O Instituto ainda aponta que em geral enquanto a população mundial cresce num percentual de 0,7 % ao ano a população muçulmana podem chegar a 1,5%. Os dados levam em consideração projeções demográficas dos últimos anos, não conversões. Estas últimas possuem taxas bem menores.</p>
<p>Veja o artigo original <a href="http://www.upi.com/Top_News/US/2011/01/27/2030-world-Muslim-population-put-at-22B/UPI-38251296131574/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>:</p>
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		<title>Alguns números a respeito do Mundo Muçulmano</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 19:53:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
 Existem 9 países com população muçulmana estimada em 100% do total de habitantes.
 Existem 32 países com população muçulmana estimada em mais de 80% do total de habitantes.
Existem 9 países com população muçulmana estimada em mais de 50% do total de habitantes.
580 famílias linguísticas no mundo são predominantemente muçulmanas.
247 grupos muçulmanos não-alcançados tem polulação superior a 100.000.
Existem mais muçulmanos na China do que Batistas no mundo todo.
Apenas 13.3% de toda a população muçulmana mundial conhece um cristão pessoalmente.

Dados extraídos de “Unpublished Word” publiclado pela FirstBible International
Leia Também:Muçulmanos podem chegar ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li> Existem 9 países com população muçulmana estimada em 100% do total de habitantes.</li>
<li> Existem 32 países com população muçulmana estimada em mais de 80% do total de habitantes.</li>
<li>Existem 9 países com população muçulmana estimada em mais de 50% do total de habitantes.</li>
<li>580 famílias linguísticas no mundo são predominantemente muçulmanas.</li>
<li>247 grupos muçulmanos não-alcançados tem polulação superior a 100.000.</li>
<li>Existem mais muçulmanos na China do que Batistas no mundo todo.</li>
<li>Apenas 13.3% de toda a população muçulmana mundial conhece um cristão pessoalmente.</li>
</ul>
<p>Dados extraídos de “<a href="http://www.firstbible.net/upword.php">Unpublished Word</a>” publiclado pela <a href="http://www.firstbible.net/" target="_blank">FirstBible International</a></p>
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		<title>Suiça diz não a construção de Novos Minaretes</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Jan 2010 17:25:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No fim do ultimo ano, um plebiscito na Suíça revelou um resultado surpreendente: O povo suíço disse não a construção de novos minaretes muçulmanos no país. Minarete é o nome da alta torre quem compõe uma mesquita muçulmana. Em países muçulmanos, os minaretes são marcos simbólicos da presença muçulmana, de delimitação de território e é de onde o almuadem anuncia as cinco chamadas diárias à oração. Em todo o país existem apenas quatro. O resultado é surpreendente por várias razões: Primeiro porque confirma as suspeitas de que o processo de ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No fim do ultimo ano, um plebiscito na Suíça revelou um resultado surpreendente: O povo suíço disse não a construção de novos <em>minaretes</em> muçulmanos no país. <strong>Minarete</strong> é o nome da alta torre quem compõe uma mesquita muçulmana. Em países muçulmanos, os minaretes são marcos simbólicos da presença muçulmana, de delimitação de território e é de onde o <em>almuadem</em> anuncia as cinco chamadas diárias à oração. Em todo o país existem apenas quatro. O resultado é surpreendente por várias razões: Primeiro porque confirma as suspeitas de que o processo de Islamização do continente Europeu não é tão iminente como alegam certos estudiosos.</p>
<p>Segundo porque o velho continente secularizado, conhecido pelo seu discurso de tolerância,  especialmente devido aos acontecimentos do último século, dá mostras de que ainda existem redutos de resistência ao pensamento comum. Claro, a decisão provocou reações no mundo todo. Repentinamente o desejo democrático de um povo foi facilmente transformado em discriminação. O acusadores contudo, não parecem se preocupar com o fato de que em estados regidos pela <em>Sharia</em>,  é proibida a construção de  igrejas cristãs, com ou sem torre.  Já do lado de cá,  é bom que se diga, o plebiscito não proíbe culto, ou mesmo a construção de novas mesquitas, mas apenas limita a edificação das torres.</p>
<p>As predições da ruína do cristianismo na europa existem a séculos. Em 1700, <em>Thomas Woolston</em> afirmou que até  1900 a cristandade haveria desaparecido. Um século depois <em>Auguste Comte</em> proclamou que havia chegado o fim da &#8220;Estado Teológico&#8221; da humanidade. Marx e Engels viam religião, especialmente o cristianismo, como um sintoma do capitalismo a ser curado pelo socialismo. E mais ultimamente certos grupos e até o ditador Líbio, Kadafi, afirmaram que o continente encontra-se no limite demográfico de tornar-se uma terra domindada pelo Islã, a &#8220;Eurábia&#8221;.  Não é necessário que diga o que aconteceu com as predições de todos os anteriores.</p>
<p><em>Jeff Fountain</em>, diretor da JOCUM na Europa, em seu livro, <strong>Hope for Europe</strong>, afirma que muito embora as taxas de natalidade na europa cristã sejam baixíssimas e diametralmente superiores entre os imigrantes, curiosamente estatísticas da OMT mostram que 50% de toda imigração na europa é cristã. Do restante apenas 30% são de origem muçulmana e destes apenas 3% declaradamente fundamentalístas.  Este números revelam um quadro diferente. É sim, uma possibilidade real que em alguns anos a europa torne-se um continente de imigrantes em sua maioria. Mas é pouco provável que esta maioria deixe um modelo monoteísta por outro modelo monoteísta. A medida que distancia-se  de Deus, depois de décadas de secularização, seria mais provável que a sociedade se inclinasse os chamados modelos espiritualistas, ou sem religião,  mais próximos das raízes pagãs da Europa pré-cristianismo. De fato, este grupos, estão em terceiro lugar em taxas de crescimento no continente, perdendo apenas em números para o Islã e a fé Cristã.</p>
<p>Acredito que debaixo da capa de esfriamento e secularização ainda existe um europa dormente, pronta para ser desperta a sua antiga vocação de proclamadora do evangelho. Lembre-se disto em suas orações.</p>
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		<title>Abismos</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Jul 2009 08:21:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Amy é americana, trabalha no mesmo lugar que eu. Tem cerca de 30 anos, casada, sem filhos. Uma pessoa normal. George é cidadão europeu, viúvo, pai de duas filhas adolescentes, empresário bem sucedido, perto da casa dos 40 anos. Uma outra pessoa também normal.
George estava caminhando pelas ruas movimentadas de Montreux acompanhado de sorridentes amigos quando encontrou Amy.  Depois de alguns minutos conversando, Amy perguntou a George quais seus planos para o resto deste ano. Após um breve e reticente silêncio, o homem respondeu que a única coisa que ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Amy é americana, trabalha no mesmo lugar que eu. Tem cerca de 30 anos, casada, sem filhos. Uma pessoa normal. George é cidadão europeu, viúvo, pai de duas filhas adolescentes, empresário bem sucedido, perto da casa dos 40 anos. Uma outra pessoa também normal.</p>
<p style="text-align: justify;">George estava caminhando pelas ruas movimentadas de Montreux acompanhado de sorridentes amigos quando encontrou Amy.  Depois de alguns minutos conversando, Amy perguntou a George quais seus planos para o resto deste ano. Após um breve e reticente silêncio, o homem respondeu que a única coisa que planeja para o fim do ano é tirar a sua própria vida. Disse isto como quem diz que vai trancar a faculdade. Confessou que a existência lhe era por demais enfadonha e dolorosa, não havendo por isto razão para continuar insistindo em viver.</p>
<p style="text-align: justify;">A conversa entre ambos continuou. Amy ouviu, ouviu e ouviu. Quando teve oportunidade, ela também contou-lhe a sua experiência de vida. O que um relacionamento real e pessoal com Jesus pode proporcioná-la e o que poderia fazer também por ele. Entretanto George disse que não acreditava que uma experiência religiosa fosse capaz de mudar sua maneira de pensar. &#8220;<em>E não é.</em>&#8221; &#8211; Assegurou-lhe Amy &#8211; Experiências religiosas nunca não suficientes. Jesus é mais que uma experiência religiosa, ele é uma pessoa. Não  nos relacionamos com pessoas através de experiências eclusivamente místicas. Conversaram sobre amor, verdade, perdas, filhos, escolhas&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">As horas passaram e chegou o momento em que George tinha de ir. Agradeceu a Amy por ouvi-lo, pois fazia tempo que isto não acontecia. Seguiu seu caminho, aparentemente mantendo na mente os mesmos planos, ainda que disposto a pensar melhor a respeito.</p>
<p>Obviamente, mudei os nomes, mantendo os fatos.  Vivemos num mundo que caminha a beira do abismo.  Cada segundo, mais perto da queda. Há muito para se fazer. Pouquíssimo tempo resta, para que possa ser desperdiçado.</p>
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		<title>Ana continua viva</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 19:55:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje eu vi uma mulher árabe chorando diante de um altar cristão. Seus trajes negros denunciaram sua fé:  Não era cristã. Ainda assim, chorava dentro de uma igreja cristã ortodoxa, clamando a um Deus que não conhece que atendesse sua oração.
Não sei se chorava por um filho, por um marido ou por um irmão. Não sei se chorava por uma causa perdida, complicada ou simples. Apenas sei que chorava.
Enquanto ela chorava, chorei pela cristandade que não chora mais pelas causas certas. Que tem prazer em espezinhar o túmulo da fé ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Hoje eu vi uma mulher árabe chorando diante de um altar cristão. Seus trajes negros denunciaram sua fé:  Não era cristã. Ainda assim, chorava dentro de uma igreja cristã ortodoxa, clamando a um Deus que não conhece que atendesse sua oração.<br />
Não sei se chorava por um filho, por um marido ou por um irmão. Não sei se chorava por uma causa perdida, complicada ou simples. Apenas sei que chorava.</p>
<p>Enquanto ela chorava, chorei pela cristandade que não chora mais pelas causas certas. Que tem prazer em espezinhar o túmulo da fé alheia. Que perdeu a esperança de esperar pelo inesperado.</p>
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		<title>Tesouros no Porão</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Oct 2008 21:09:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Porões são lugares escuros, e empoeirados, repletos de segredos escondidos do passado. Quando criança, gostava de remexer nas caixas e prateleiras dos porões de minha antiga casa, um casarão na realidade que hoje já não existe mais. Meus olhos brilhavam a cada descoberta. Fotos, máquinas, coisas antigas&#8230; tanta história, tanto significado.
Alguns velhos hábitos nunca desaparecem por completo&#8230; =) Enquanto arrumava algumas caixas nos porões daqui do prédio onde funciona o escritório da missão, achei uma fita k7 com a gravação de uma palestra de John Stott durante o congresso Urbana ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Porões são lugares escuros, e empoeirados, repletos de segredos escondidos do passado. Quando criança, gostava de remexer nas caixas e prateleiras dos porões de minha antiga casa, um casarão na realidade que hoje já não existe mais. Meus olhos brilhavam a cada descoberta. Fotos, máquinas, coisas antigas&#8230; tanta história, tanto significado.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns velhos hábitos nunca desaparecem por completo&#8230; =) Enquanto arrumava algumas caixas nos porões daqui do prédio onde funciona o escritório da missão, achei uma fita k7 com a gravação de uma palestra de John Stott durante o congresso <strong>Urbana 76</strong> promovido pela Intervarsity. Eu só conheço Stott pela sua produção literária.  Que oportunidade fantástica foi poder ouvir a sua voz nesta gravação antiga.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta conferência aconteceu nos Estados Unidos em 1976, quando eu ainda usava fraldas. Além do próprio Stott, reuniu gente como Billy Graham, Festo Kivengere (Evangelista queniano e membro do comitê  Executivo do Congresso de Lausanne), Samuel T. Kamaleson (na época vice-presidente da Visão mundial e pastor em Madras-India), Elisabeth Elliot Leitch, (muitos anos missionária entre os <em>Quechuas</em> no Equador  e viúva de Jim Eliot) e outros líderes mundiais comprometidos com a obra da evangelização, discutindo sobre o tema &#8220;Declare a Sua glória entre as nações&#8221;. Reuniu 17112 participantes, um número impressionante principalmente quando vivemos numa geração onde reunir mais de 2000 participantes numa conferência sobre missões já pode ser considerado um ato sobrenatural. Geralmente o assunto da conferência precisa ser <em>outro</em> para atrair audiência.</p>
<p style="text-align: justify;">A fita que achei é apenas a primeira das quatro palestras proferidas por Stott na conferência. Entitula-se o <strong>&#8220;Deus vivo é um Deus Missionário&#8221;</strong>. As palestras compõem uma exposição sobre A base Bíblica de Missões.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de uma rápida captura e digitalização do áudio, usando o <a title="Audacity" href="http://audacity.sourceforge.net/download/" target="_blank">Audacity</a>,  claro desejo compartilhar esta pérola com alguns de vocês. Em meus sonhos, acho que não terei problema com copyrights já que o conteúdo da fita não esta a venda em lugar nenhum, mas caso alguém ai sinta-se ofendido por favor me avise.</p>
<p style="text-align: justify;">No site da <a href="http://www.urbana.org/" target="_blank">Urbana</a>, achei a <a href="http://www.urbana.org/_articles.cfm?RecordId=826" target="_blank">transcrição da mensagem</a>, que acredito pode dar uma ajudinha aos que não estão habituados ao sotaque. Quem sabe também alguem se interessa em traduzir. Ouça e aproveite.</p>
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		<itunes:subtitle>Porões são lugares escuros, e empoeirados, repletos de segredos escondidos do passado. Quando criança, gostava de remexer nas caixas e prateleiras dos porões de minha antiga casa, um casarão na realidade que hoje já não existe mais. Meus olhos brilh[...]</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Porões são lugares escuros, e empoeirados, repletos de segredos escondidos do passado. Quando criança, gostava de remexer nas caixas e prateleiras dos porões de minha antiga casa, um casarão na realidade que hoje já não existe mais. Meus olhos brilhavam a cada descoberta. Fotos, máquinas, coisas antigas&#8230; tanta história, tanto significado.
Alguns velhos hábitos nunca desaparecem por completo&#8230; =) Enquanto arrumava algumas caixas nos porões daqui do prédio onde funciona o escritório da missão, achei uma fita k7 com a gravação de uma palestra de John Stott durante o congresso Urbana 76 promovido pela Intervarsity. Eu só conheço Stott pela sua produção literária.  Que oportunidade fantástica foi poder ouvir a sua voz nesta gravação antiga.
Esta conferência aconteceu nos Estados Unidos em 1976, quando eu ainda usava fraldas. Além do próprio Stott, reuniu gente como Billy Graham, Festo Kivengere (Evangelista queniano e membro do comitê  Executivo do Congresso de Lausanne), Samuel T. Kamaleson (na época vice-presidente da Visão mundial e pastor em Madras-India), Elisabeth Elliot Leitch, (muitos anos missionária entre os Quechuas no Equador  e viúva de Jim Eliot) e outros líderes mundiais comprometidos com a obra da evangelização, discutindo sobre o tema &#8220;Declare a Sua glória entre as nações&#8221;. Reuniu 17112 participantes, um número impressionante principalmente quando vivemos numa geração onde reunir mais de 2000 participantes numa conferência sobre missões já pode ser considerado um ato sobrenatural. Geralmente o assunto da conferência precisa ser outro para atrair audiência.
A fita que achei é apenas a primeira das quatro palestras proferidas por Stott na conferência. Entitula-se o &#8220;Deus vivo é um Deus Missionário&#8221;. As palestras compõem uma exposição sobre A base Bíblica de Missões.
Depois de uma rápida captura e digitalização do áudio, usando o Audacity,  claro desejo compartilhar esta pérola com alguns de vocês. Em meus sonhos, acho que não terei problema com copyrights já que o conteúdo da fita não esta a venda em lugar nenhum, mas caso alguém ai sinta-se ofendido por favor me avise.
No site da Urbana, achei a transcrição da mensagem, que acredito pode dar uma ajudinha aos que não estão habituados ao sotaque. Quem sabe também alguem se interessa em traduzir. Ouça e aproveite.
Leia Também:Tesouros no Porão II</itunes:summary>
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		<itunes:author>adriano.estevam@go-genesis.com</itunes:author>
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		<title>Botros e a Mídia</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Sep 2008 11:58:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
				<category><![CDATA[Missões]]></category>
		<category><![CDATA[Não Alcançados]]></category>
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		<description><![CDATA[Nestas últimas semanas na blogosfera acompanhei alguns artigos sobre evangelismo. O Thiago escreveu uma série sobre o assunto, o  Renê e o Luis Fernando, andam falando sobre isto também. Eu recomendo a leitura dos respectivos posts, e que  depois de ler você tire as suas próprias conclusões.
O mesmo tempo em que aqui do meu leitor de rss acompanhava o pensamento destes amigos, esbarrei com um artigo de certa forma pertinente ao tema, sobre Zakaria Botros no blog de Joel Rosemberg. Resolvi traduzir e adaptar uma parte do texto  aqui no ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nestas últimas semanas na blogosfera acompanhei alguns artigos sobre <strong>evangelismo</strong>. O <a class="snap_shots" title="Livraria do Thiago" href="http://livrariadothiago.com/" target="_blank">Thiago</a> escreveu uma série sobre o assunto, o  <a class="snap_shots" title="Papo de Teólogo" href="http://papodeteologo.gospelmais.com.br/evangelismo-na-tv-ate-onde-isso-e-sincero/" target="_blank">Renê</a> e o <a class="snap_shots" title="I Stand For Him" href="http://istandforhim.blogspot.com/" target="_blank">Luis Fernando</a>, andam falando sobre isto também. Eu recomendo a leitura dos respectivos posts, e que  depois de ler você tire as suas próprias conclusões.</p>
<p style="text-align: justify;">O mesmo tempo em que aqui do meu leitor de rss acompanhava o pensamento destes amigos, esbarrei com um artigo de certa forma pertinente ao tema, sobre Zakaria Botros no blog de <a class="snap_shots" title="Joel Rosenberg" href="http://flashtrafficblog.wordpress.com/2008/09/09/exclusive-al-qaeda-targets-arab-evangelist-operating-in-us-for-preaching-the-gospel-to-muslims/" target="_blank">Joel Rosemberg</a>. Resolvi traduzir e adaptar uma parte do texto  aqui no blog.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Por Joel Rosenberg<br />
</em></p>
<p style="text-align: justify;">Você provavelmente nunca ouviu falar do <strong>Padre Zakaria Botros</strong>. Ele é um egípcio, sacerdote da Igreja Cóptica (da qual, muitos de vocês também nunca ouviram falar), que atualmente vive em algum lugar dos Estados Unidos. É hoje de longe o evangelista árabe mais ouvido, mais eficiente em alcançar o mundo  muçulmano, e da mesma forma o mais controverso.</p>
<p style="text-align: justify;">De lá apresenta um <a class="snap_shots" href="http://www.cbn.com/cbnnews/35307.aspx" target="_blank">programa de 90 minutos</a>, que usa a receita de sempre. Ele prega, ensina e responde a perguntas de ouvintes (<a class="snap_shots" href="http://br.youtube.com/watch?v=19FU7Yyx4D4&amp;feature=related" target="_blank">muitas vezes irritados</a>) do mundo todo. Em suas mensagens Botros <a class="snap_shots" href="http://br.youtube.com/watch?v=4HXX2fO8pM4" target="_blank">desafia os ensinamentos e afirmações de Maomé</a>, sistematicamente  desconstruindo a sua vida, história por história, apontado as imperfeições e o comportamento pecaminoso do profeta. Também de maneira cuidadosa, ele usa o Corão apontando <a class="snap_shots" href="http://br.youtube.com/watch?v=XYRxrE3-F8U&amp;feature=related" target="_blank">contradições e inconsistências verso por verso</a>. E não apenas faz isto, mas também ensina muçulmanos através da Bíblia porque Jesus os ama e como esta pronto a perdoá-los e recebê-los em sua família, não importa o que tenham feito.</p>
<p style="text-align: justify;">Imaginem que esta é uma mensagem que combina elementos perigosos. Um website da Al Qaeda recentemente colocou sua cabeça prêmio, oferecendo como  recompensa, segundo a <a class="snap_shots" title="CBN" href="http://www.cbn.com/">Christian Broadcasting Network</a> (aquela do Clube 700), uma quantia próxima a 60 milhões de dólares pela sua morte. Apenas a título de comparação, o governo americano oferece uma recompensa de &#8220;apenas&#8221; 25 milhões pela captura de <strong>Osama Bin Laden</strong>. Um Jornal árabe recentemente declarou-o como <em>&#8220;Inimigo Público nº1 do Islam&#8221;</em>. Por que <em>radicais muçulmanos</em> desejam a morte de um sacerdote septuagenário da igreja Cóptica? Porque este idoso senhor está em guerra contra os radicais, e está vencendo.</p>
<p style="text-align: justify;">O seu programa tornou-se um <em>hit</em> de audiência no mundo muçulmano. É reapresentado quatro vezes por semana em árabe através de um canal via satélite chamado <a class="snap_shots" title="Al Hayat" href="http://www.alhayat.com/" target="_blank">Al Hayat </a>(“TV Vida”), que consegue driblar todas as formas de censura nos países onde o sinal é captado. Pode ser assistido no Norte da África, Oriente Médio, Asia Central, América do Norte, Austrália e Nova Zelândia. Não apenas <em>pode</em> ser visto, como de fato <em>é</em> assistido (segundo estimativas) por cerca de 50 milhões de muçulmanos por dia. Ao mesmo tempo, desde 2003 em seus  <a class="snap_shots" title="Father Zacaria.Net" href="http://www.fatherzakaria.net/" target="_blank">websites</a>,  Botros recebe milhões de cliques, onde os visitantes podem assistir aos vídeos e ler seus <a title="Livros Sermões e Estudos" href="http://www.fatherzakaria.net/books.htm" target="_blank">sermões e estudos em múltiplos idiomas</a>. Eles podem participar também de uma sala de bate-papo onde podem fazer perguntas, receber aconselhamento e esclarecer dúvidas conversando com muçulmanos convertidos, que entendem muito bem as dúvidas e questionamentos dos que vão às salas de chat. Por causa disto, o ancião é odiado por milhões. Quando Botros desafia teólogos muçulmanos a refutar as suas afirmações, milhões esperam para saber o que estes dirão. Contudo <a class="snap_shots" href="http://br.youtube.com/watch?v=FehTvk3MW_0&amp;feature=related" target="_blank">as raras respostas </a>giram a maioria das vezes em torno de ataques pessoais ao sacerdote. Quanto mais o atacam, mais ele se torna conhecido. Quanto mais conhecido, mais pessoas procuram ouvir o que ele tem a dizer. E quanto mais ouvem, mais chegam a conclusão de que ele está certo em suas afirmações. Numa entrevista recente Botros afirma que aproximadamente 1.000 muçulmanos oram recebendo a Jesus como salvador todos os meses ao telefone com os conselheiros. Alguns fazem isto ao vivo com Botros. E isto é apenas a ponta do iceberg, pois não há conselheiros nem linhas telefônicas suficientes para a demanda de chamadas. Muitos líderes árabes cristãos acreditam que Deus está usando Botros no maior movimento de conversões dentro do mundo muçulmano já visto na história da cristandade. Botros por outro lado, recusa-se a aceitar qualquer crédito, afirmando que ele é apenas uma voz num movimento de milhões.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas ele está empolgado com os momento vivemos.  Ele mesmo afirma ver a cada dia mais conversões do que nunca antes, e que deseja continuar pregando o evangelho enquanto o Senhor Jesus lhe conceder fôlego. <a title="João 3:16" href="http://livro.de/jo/3/16" target="_blank">&#8220;Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito para que todo aquele que n&#8217;Ele crê não pereça, mas tenha a vida eterna&#8221;</a>. Este é o texto que move o sacerdote. Ele acredita firmemente que Deus ama o mundo inteiro, incluindo cada muçulmano. Ele acredita que qualquer que creia no Senhorio de Jesus, &#8211; seja judeu ou muçulmano &#8211; receberá a vida eterna. Não acredita que todos os muçulmanos sejam fanáticos, mas acredita que todos os muçulmanos estão espiritualmente perdidos, e ele desesperadamente deseja ajuda-los a encontrar o caminho de perdão e reconciliação com o Deus que os criou e ama.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;<em>Eu creio que isto é a mão de Deus</em>&#8220;, afirma Botros. &#8221; <em>Ele esta dirigindo-me. Ele me mostra o que falar. Ele me mostra o que escrever&#8230; nos websites. Ele está me mostrando mais e mais como usar a tecnologia para alcançar as pessoas com a sua mensagem de redenção.</em>&#8220;</p>
<p style="text-align: justify;">A despeito da (tosca) grade de programação durante as madrugadas na Tv pública brasileira e  do discurso comum dos meus colegas blogueiros, continuo acreditando que nivelar pela média, é jogar fora o bebê junto com a   água da banheira. Tem muita coisa boa acontecendo por ai, e o reino de Deus é maior que a  chamada  igreja evangélica brasileira.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, (e sem ofensas, por favor) eu tenho é a impressão de que esta história de que método &#8220;x&#8221; não funciona mais, método &#8221; y&#8221; é melhor,  é uma grande balela de que quem não evangeliza de jeito nenhum e quer encontrar desculpas para justificar a sua passividade.  Aproveite o momentâneo desconforto para (pelo menos) orar por Botros e seu ministério. Como diria o <a title="Pavablog" href="http://www.pavablog.blogspot.com" target="_blank">Pava</a>, pronto falei.</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços.</p>
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		<title>Requiem</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Feb 2008 17:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conheci o Moisés em 1997, curiosamente na Colômbia. Cai de paraquedas numa conferência Sulamericana da Jocum, onde acontecia paralelamente uma reunião da liderança Nacional da JOCUM no Brasil. Eu era um jocumeiro recém saído da ETED, ainda imaginando o que a vida missionária me reservaria. Apresentaram-me Moisés como o diretor de King&#8217;s Kids no Brasil. Ele foi simpático, perguntou o que estava pensando do meu futuro em missões, e eu contei como ainda estava descobrindo como ia ser. Falei que estava pensando em trabalhar com Mercy Ships, que era um ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Conheci o Moisés em 1997, curiosamente na Colômbia. Cai de paraquedas numa conferência Sulamericana da Jocum, onde acontecia paralelamente uma reunião da liderança Nacional da JOCUM no Brasil. Eu era um jocumeiro recém saído da ETED, ainda imaginando o que a vida missionária me reservaria. Apresentaram-me Moisés como o diretor de King&#8217;s Kids no Brasil. Ele foi simpático, perguntou o que estava pensando do meu futuro em missões, e eu contei como ainda estava descobrindo como ia ser. Falei que estava pensando em trabalhar com Mercy Ships, que era um ministério da Jocum, na época. Ele respondeu prontamente: <em>&#8220;Rapaz, Mercy Ships lá dá futuro pra ninguém ??&#8221;</em> E riu. <em>&#8220;Venha trabalhar com King&#8217;s Kids!&#8221;</em>, e  foi logo me apresentando a visão do ministério. Naquela época, eu achava que não era necessariamente a melhor pessoa para trabalhar com Crianças e adolescentes. Não julgava que tivesse habilidades para isto, pois somente depois vim aprender que neste negócio, habilidade é a menor de nossas preocupações. Conversamos e rimos bastante. Esta seria apenas a primeira vez que ririamos juntos. Nas minhas andanças pelo país, estive na sua casa algumas vezes, primeiro num pequeno apartamento na Casa Restauração em Belo Horizonte e por último, anos depois em Pitangui na Base que ele pioneirou voltada ao trabalho com King&#8217;s Kids no Brasil.</div>
<div>Este é a memória mais antiga que tenho dele. De fato, não me lembro de ter conhecido homem mais manso. Sim, manso no sentido mais apropriado da palavra, pois nunca o ví como alguém passivo. Alguma vezes presenciei-o compartilhando seus pontos de vista sobre certas situações de forma contundente e desafiadora.</div>
<div>Mesmo tendo declinado ao seu convite de trabalhar com KK em nosso primeiro encontro, devo muito ao seu ministério. Ele foi de várias maneiras responsável pelo envolvimento de Carmen com missões, seja através das campanhas de King&#8217;s Kids, ou ainda tendo recomendado a Ela que fosse tabalhar em Fortaleza em 1998. E vejam só, foi lá que nos conhecemos e nossas vidas mudaram de rumo. De lá prá cá estivemos juntos, Carmen e Eu em várias campanhas e acampamentos e eu descobri quão apaixonante é a visão do ministério.</div>
<div>A última lembrança que tenho dele é de um abraço de despedida em Belo Horizonte, alguns dias antes de viajarmos. Tomamos café com pão de queijo, e rimos das coisas boas da vida. Falamos sobre o futuro, e ele contou como havia acabado de comemorar 25 anos de vida missionária. Moisés sofreu um acidente de automóvel na manhã do dia de nossa viagem, um dia depois de sua festa 15 anos de uma de suas filhas. Veio a falecer alguns dias depois.</div>
<div>Ouvi alguém dizer que a medida que os anos vão passando, o céu torna-se ainda mais interessante para quem almeja a eternidade. Não estou falando de ter vontade de morrer, mas de repentinamente perceber que a comunidade que aguarda o reencontro torna-se cada dia maior <em>na outra margem do rio</em>. Mas enquanto o reencontro não vem, oro e convido você a trabalhar comigo, para que esta geração revele outros homens como Moises Neves, mansos, íntegros e comprometidos com a estabelecimento do Reino de Deus na terra.</div>
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		<title>The Book is on the table</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jan 2008 19:18:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
				<category><![CDATA[De Outros]]></category>
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		<description><![CDATA[O The Economist publicou em 19 de dezembro passado um interessante artigo intitulado &#8220;The Bible v the Koran &#8211; The battle of the books&#8221; onde trata da batalha no mercado editorial que envolve os livros sagrados dos dois maiores blocos religiosos do mundo, e de como as ferramentas de marketing usadas nesta peleja revelam os traços da cosmovisão de cada um destes blocos. Publico aqui uma síntese de parte do artigo misturada aos meus comentários. Sugiro que, se você puder, também leia o artigo original.
Cerca de 100 milhões de exemplares ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>O The Economist publicou em 19 de dezembro passado um interessante artigo intitulado &#8220;<a href="http://economist.com/world/international/displaystory.cfm?story_id=10311317" title="The Economist" target="_blank" class="snap_shots">The Bible v the Koran &#8211; The battle of the books</a>&#8221; onde trata da batalha no mercado editorial que envolve os livros sagrados dos dois maiores blocos religiosos do mundo, e de como as ferramentas de marketing usadas nesta peleja revelam os traços da cosmovisão de cada um destes blocos. Publico aqui uma síntese de parte do artigo misturada aos meus comentários. Sugiro que, se você puder, também leia o artigo original.</div>
<div><strong>Cerca de 100 milhões de exemplares da Bíblias são vendidos todos os anos.</strong> Apenas os Gideões Internacionais distribuem gratuitamente um exemplar a cada segundo. Ela está disponível (integral ou parcialmente) em mais de 2.426 idiomas. Contudo muitos cristãos não a conhecem, não lêem nem estudam o seu conteúdo. Tristemente, a Bíblia no mundo cristianizado cada vez mais ocupa menos espaço, tornando-se um amuleto, como um pé de coelho, ou um ramo de arruda.</div>
<div>Em contra partida, no mundo Islâmico, o Corão é o livro mais lido e recitado, sendo a espinha dorsal do modelo muçulmano de educação. As crianças aprendem a ler com o livro. Na sociedade islâmica memorizar todo o livro sagrado é um feito de grande honra, e no Irã, aquele que o faz, recebe automaticamente um diploma universitário.</div>
<div>Tanto a Bíblia quanto o Corão tornaram-se livros globais. Em 1900 80% da população cristã do mundo vivia na Europa e Estados Unidos. Hoje 60% vive nos países em desenvolvimento. Mais presbiterianos vão a igreja em Gana do que na Escócia, berço do presbitarianismo.</div>
<div>Em 1900, o Islamismo estava concentrado no mundo árabe e sudoeste da Ásia. Hoje na Inglaterra talvez exista um número de Muçulmanos igual ou bem próximo ao de Anglicanos. Contudo é fato que grande parte deste crescimento deve-se não apenas a conversão mas a explosão demográfica e imigração. A média de natalidade por família na europa cristã é cada dia menor, o que é exatamente oposto entre os seguidores do profeta. Já até ouvi alguém afirmar que, <em>se nada mudar, em 50 anos a Europa será novamente um continente muçulmano.<br />
</em></div>
<div><strong>Hoje o país que mais envia missionários cristãos é a Coréia do Sul, seguida bem de perto pelo Brasil e Estados Unidos.</strong> As maiores casas publicadoras cristãs estão no Brasil e na Coréia. E uma rede interligada de 140 sociedades publicadoras internacionais trabalham para alcançar o alvo de colocar uma Bíblia nas mãos de cada homem, mulher e criança do mundo. Só a <a href="http://www.bibles.com/" title="American Bible Society" target="_blank" class="snap_shots">American Bible Society</a>, já publicou mais de 50 milhões na China Comunista.</div>
<div>Por outro lado o óleo saudita esta causando uma super mudança na distribuição do Corão. O país distribui cerca de 30 milhões de exemplares por ano, em mesquitas, sociedades islâmicas e até mesmo em embaixadas.</div>
<div>A tecnologia é a grande aliada de ambos. Hoje é possível consultar ambos os livros na internet, pda e celular. Você pode ouvir textos em Mp3 e sintonizar numa rádio cristã ou numa emissora muçulmana. Existem algumas que não transmitem outra coisa senão o Corão. Sobre a presença de cristãos na tv eu não preciso falar. Pouco a pouco o mundo muçulmano também está descobrindo a mídia no mundo ocidental, através de canais de tv a cabo, e transmissões pela internet.</div>
<div></div>
<div>Muçulmanos preferem ler o Corão em árabe, a língua falada pelo profeta. Apenas 20% destes tem o árabe como língua materna, e os índices de analfabetismo são muito altos no mundo islâmico. Muito embora algumas  traduções em pelo menos 20 idiomas sejam hoje toleradas, não são apreciadas pelos seus seguidores. O que fatalmente acontece pela união destes fatores é que um grande número dos alunos acaba por fim não entendendo o que está memorizando.</div>
<div>Já a Bíblia pode ser encontrada em milhares de traduções e versões. Só para o Inglês são quase 900, que vão do eloqüente tradicional ao coloquial. No português, temos as versões de Almeida, RA, RC, Fiel, BLH, NVI, Viva e tantas outras, algumas até <a href="http://www.baptistlink.com/creationists/blh.htm">demonizadas</a> por alguns grupos. Idiomas como <em>Inupiat</em> e <em>Gulla</em> que são falados apenas por um punhado de pessoas já possúem a sua tradução. E um grupo de <em>Geeks</em> digamos, excêntricos, preocupou-se em traduzir até para <a href="http://klv.mrklingon.org/" target="_blank"><em>Klingon</em></a>, aquele idioma falado por alienígenas em <em>Jornada nas Estrelas</em>. Existem Bíblias para todos os gostos: Bíblia de Estudo,  de Estudo exaustivo, de Missões, da Mulher, Teen, da Criança, do Bebê, do Ministro, e até de Prosperidade Financeira.</div>
<div>A grande batalha, contudo, consiste em fazer-se entender a mensagem, pois obviamente não basta ter ou ler o livro. Uma pesquisa do Instituto <em>Gallup</em> nos Estados Unidos, atestou que menos da metade dos americanos cristãos sabem o nome do primeiro livro da Bíblia (Genesis), apenas um terço sabe quem pregou o Sermão do Monte (muita gente responde que foi Billy Graham) e um quarto desconhece que importante acontecimento celebra-se na páscoa. 60% por cento não sabem a metade dos 10 mandamentos, 12% por cento pensam que Noé era casado com Joana D´Ark (!). Agora, pra ser honesto eu tenho medo de ver os resultados de uma pesquisa destas em terras brasileiras.</div>
<div></div>
<div><strong>Por fim, acredito que não é a presença dos livros da religião que mudam uma sociedade,</strong> mas sim a leitura que esta socidade faz destes livros e a resposta que dá a esta leitura.  Mas perceba que aqui estou falando de mudança. Qualquer uma, de qualquer coisa para qualquer coisa. Mudar não significa aperfeiçoar, e algumas vezes é possível mudar para pior.</div>
<div>Respeito, os leitores muçulmanos que pensam diferente, mas acredito que a Bíblia ao contrário dos outros livros,  possui a resposta aos dilemas desta era, e não apenas esta mas todas. A verdade revelada neste livro, e esta verdade tem um nome, é suficiente para devolver o homem ao seu lugar de origem, a sua verdadeira identidade, ao seu propósito inicial. Isto faz com que  a existência humana ganhe sentido, e mude, mas para melhor. A Verdade não é uma energia, um chá, uma experiência ou um livro. <strong>A verdade é uma pessoa</strong>, que deseja relacionar-se com você pessoalmente.  <strong>Jesus Cristo é a verdade.</strong></div>
<div></div>
<div>Abraços,</div>
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		<title>Sua Igreja é uma Igreja Missionária?</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Nov 2007 18:52:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Missões]]></category>
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		<description><![CDATA[O que faz de sua igreja, uma agência de transformação comprometida com missões ?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><a href="http://www.estevam.org/wp-content/uploads/2008/09/frutos1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-222" title="frutos1" src="http://www.estevam.org/wp-content/uploads/2008/09/frutos1.jpg" alt="" /></a></div>
<p align="justify">Uma palavrinha aos crentes que nos visitam. Houve uma época em que a igreja onde passei a infância contou ter mais de 50 missionários servindo na JOCUM, fora seminaristas e os que trabalhavam em outras agências. Ao todo chegamos perto de 100.  Penso que 100 missionários é um número expressivo, para uma igreja de 800 membros. Isto fazia de nós uma igreja missionária? Naquela época, eu acreditava que sim. Contudo não são estes números que fazem de uma igreja uma comunidade missionária.</p>
<p align="justify"><strong>Mas o que é uma Igreja Missionária ?</strong><br />
Vamos aos fatos. Uma Igreja Missionária prioriza missões. E missões é o Reino de Deus em movimento, em expansão. Na sua agenda esta prioridade vem primeiro que a construção do anexo de educação religiosa, que a compra do ônibus, que a reforma do templo. Afinal de contas, não levaremos nada disto para a eternidade. Me perdoe pela franqueza, mas vai ficar tudo aí pro anticristo fazer o que quiser (se você for pré-tribulacionista&#8230; se não for, <em>&#8220;os elementos se desfarão abrasados</em>&#8221; mesmo). Mas, não me apedrejem ainda, esperem pelo menos até o último parágrafo. Isto não quer dizer que uma igreja missionária não tenha templo, anexo de educação religiosa, ou ônibus. Significa que na agenda desta igreja nenhuma destas coisas está ou estará acima de sua responsabilidade missionária.</p>
<p align="justify"><strong>Uma Igreja Missionária vai ao campo.</strong><br />
Ela não se contenta com informações de teóricas de &#8220;ouvir falar&#8221;, mas busca dar aos seus membros uma experiência real de missões. Ela procura ir ao campo, seja na comunidade local, regional, em âmbito nacional ou transcultural. Neste aspecto, a igreja pode investir em viagens missionárias de curto prazo, nas férias por exemplo, para aqueles que não dispõem de muito tempo. É uma oportunidade de visitar comunidades, fortalecer frentes de trabalho, ou apoiar trabalhos de outras organizações.  Outro detalhe importante, é que sua Igreja <em>não precisa reinventar a roda</em>. É possível envolver-se com outras iniciativas em parceria com Agências Missionárias, e/ou outras igrejas. Este tipo de envolvimento <em>&#8220;oxigena&#8221;</em> a igreja. Os que participaram, voltam empolgados e contagiam outros.</p>
<p align="justify"><strong>Uma Igreja Missionária ora.<br />
</strong>Não estou falando daquela oração silenciosa no quarto domingo de cada mês, antes do encerramento da Escola Dominical. Nem do momento missionário no culto do 3º Domingo à noite. Estou falando de esforço contínuo de oração. <em>Constante, criativo, contagiante, e estratégico</em>. O exemplo dos<strong> <em><a title="Ultimato" href="http://www.ultimato.com.br/?pg=show_artigos&amp;secMestre=752&amp;sec=769&amp;num_edicao=287" target="_blank">irmãos Morávios em seus 100 anos de oração initerrupta</a></em></strong> precisa nos inspirar. <em>Constante</em>, pois precisa acontecer initerruptamente, <em>criativo</em>, porque verdadeira intercessão é qualquer coisa menos monótona, <em>contagiante</em> porque deve convidar outros ao envolvimento e <em>estratégica</em>, porque é importante saber pelo que orar.</p>
<p align="justify"><strong>Uma igreja Missionária Envia.</strong><br />
A Igreja de Antioquia é um exemplo. Não tinha qualquer pretensão de guardar para sí os seus melhores membros. Muito pelo contrário, preocupa-se em ouvir a voz de Deus, e separa dois dos seus melhores para a tarefa. E que dupla ! Se Paulo e Barnabé fosse membros de sua igreja, você os enviaria para o campo missionário? A Igreja comprometida com a obra missionária não tentará enviar quem esta <em>sobrando</em>, ou quem está <em>criando problema</em>s, mas quem está produzindo para assim produzir mais.</p>
<p align="justify"><strong>Uma igreja Missionária Sustenta. </strong><br />
Aqui existe uma matemática simples. Jesus disse: <em>&#8220;<a title="Lucas 12:34" href="http://livro.de/lc/12/34+" target="_blank">onde estiver o teu tesouro aí estará o teu coração</a></em> &#8220;. Muitas igrejas não cooperam financeiramente com missões porque o coração deles não está em missões! O coração está onde o tesouro está. Uma Igreja missionária, está envolvida também financeiramente, com a obra missionária,  pois sabe da importância do que esta fazendo. Seu coração está em missões, por isto, seu tesouro também está lá.</p>
<p align="justify">Uma Igreja missionária reconhece a sua vocação missionária e dá a esta espaço para crescimento. Neste processo de desenvolvimento é importante ter um norte, um objetivo. É ai que entra o <strong>Conselho Missionário</strong>. Mas sobre isto falo num outro artigo.</p>
<p>Abraços,</p>
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